As sondagens apontam o crescimento da abstenção, nas próximas eleições para o parlamento europeu, um pouco por toda a parte. A abstenção é um erro. A União Europeia é uma realidade incontornável. Os fundos da UE, que afluíram aqui, durante o longo e desatroso consulado cavaquista e, apesar das múltiplas manigâncias e do mau uso daquilo que se salvou –ajudaram muito o nosso país pobre. Viramos as costas à UE? A UE é, ainda -e isso não é pouco-, uma garantia da democracia. Todo o mundo está metido numa crise, nós estamos metidos numa crise. Vamos resolvê-la sozinhos? Não parece. Vamos continuar a precisar da solidariedade europeia? Com certeza. Esquecer o voto significa esquecermos as nossas necessidades –ou tombarmos, mais uma vez, num nacionalismo serôdio de cacicagem barata. Em Portugal, mostrará a abstenção, também mais uma vez, ignorância cívica, atraso cultural
terça-feira, 19 de maio de 2009
O dia de hoje...
As sondagens apontam o crescimento da abstenção, nas próximas eleições para o parlamento europeu, um pouco por toda a parte. A abstenção é um erro. A União Europeia é uma realidade incontornável. Os fundos da UE, que afluíram aqui, durante o longo e desatroso consulado cavaquista e, apesar das múltiplas manigâncias e do mau uso daquilo que se salvou –ajudaram muito o nosso país pobre. Viramos as costas à UE? A UE é, ainda -e isso não é pouco-, uma garantia da democracia. Todo o mundo está metido numa crise, nós estamos metidos numa crise. Vamos resolvê-la sozinhos? Não parece. Vamos continuar a precisar da solidariedade europeia? Com certeza. Esquecer o voto significa esquecermos as nossas necessidades –ou tombarmos, mais uma vez, num nacionalismo serôdio de cacicagem barata. Em Portugal, mostrará a abstenção, também mais uma vez, ignorância cívica, atraso cultural
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