terça-feira, 30 de abril de 2013

O roubo científico

Erlich in El País de hoje

"-Não lhe chames roubo, chama-lhe darwinismo financeiro***.

***Por curiosidade, e se quiseres, lê e junta a esta terrível anedota:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Darwinismo_social

A verdade é tão criminosa que o governo tem medo de a confessar no 1º de Maio!

Tal deve ser a bordoada que nos espera!


“Detalhes sobre cortes na despesa pública devem ficar para depois do 1º de Maio”

in Público de hoje

O homem do milagre da nota de cinco euros e o seu conselheiro

O ministro Vítor Gaspar



Conselheiro: Fuinha

Milagres do Gaspar: as nossas finanças multiplicam-se!

in Público de hoje

segunda-feira, 29 de abril de 2013

No Centre Pompidou, Paris, até 20 de Maio

Eileen Gray (1878-1976)



Apartamento desenhado por Eileen Gray



Quem foi:

Páginas de um Diário público: Camilo & Eça: amuos

Camilo Castelo Branco


Eça de Queirós


Camilianista apaixonado, daqueles que não conseguem estancar as lágrimas em certas passagens de certos romances do Torturado de Seide, trechos lidos e relidos –sempre me irritou (indignou) a famosa e nunca enviada carta de Eça de Queirós a Camilo Castelo Branco, segundo António Cabral, em Eça de Queiroz, 2ª edição, p. 385, a datar de 1887.

Foi Cabral que, no capítulo dedicado às agitadas relações entre o génio de Amor de Perdição e o mestre d’Os Maias, a ela, à carta, me levou outra vez. 

E me elucidou: a verdade é que eu desconhecia a persistência e malandrice dessa quase-polémica.

A carta veio à luz, em 1912, nas Últimas páginas (Livraria Chardon, Porto), quando nem um nem outro eram já deste mundo.

António Cabral escreveu, após o relato de diversas outras atribulações, e a propósito da Carta:

“É uma grande pena que esta prosa, tão deliciosamente irónica, de Eça de Queiroz, não tivesse sido lida por Camilo!... Que resposta lhe daria ele?...”

A mim, acalmou-me e reconciliou-me com o pobre homem de Varzim: há, realmente, ironia, mas, também, e sobretudo, delicadeza e sinais evidentes da grande admiração de Eça por Camilo.

Aqui deixo amostra:

“V. Ex.a, de lá, d’entre os seus sinceros arvoredos minhotos, ajanota as suas frases pelos figurinos de Filinto Elísio, para me dizer gaguejando e com agridoce generosidade: ‘O meu caro amigo tem muito talento, com excepção de escrever com muita tolice’ E eu de cá, mais pérfido, porque habito as cidades, grito sem gaguejar, e com polida efusão: -‘E o meu caro amigo tem ainda muito mais, sem excepção absolutamente nenhuma.

É infantil. Antes desperdiçássemos o nosso tempo, preguiçando patriarcalmente, neste doce calor de Junho, sob a figueira e a vinha Mas quê! V. Ex.a (…) ergue-se de repente e corre para o Público, mesmo sem tirar o babeiro, e acusa-me, entre lágrimas de furor, de estar sempre a implicar consigo. Que havia eu de fazer, eu inocente e justo? Corro também para o Público, mesmo de jaquetão de trabalho, e brado profusamente com as mãos sobre o peito: ‘Nunca! É falso! Jamais impliquei com ele, e não lhe quero senão bem!’

A culpa de toda esta inútil prosa é portanto toda sua; e para que ela se não prolongue mais, apresso-me, presado confrade, a dizer-me

De V. Ex.a

Sincero e antigo admirador”

Cada um interpretará, como entender ou puder, estas linhas; eu suspirei de alívio e sorri de alegria: o admirar anda de braço dado com a bondade, e a ironia pode ser só graça amiga.

A bomba

Erlich in El País de hoje

"-Segunda-Feira"

domingo, 28 de abril de 2013

O contrário é que seria de admirar: quem pode ter confiança na Alemanha?...


Símbolo da República Francesa: "A liberdade [Marianne] guiando o povo", óleo de Delacroix

Alain Juppé: “La confiance avec l’Allemagne é rompue”

(Alain Juppé: “A confiança com a Alemanha quebrou-se”

in Le Monde online de hoje



Brasão da Alemanha

Da imbecilidade comandante -II






Obviamente, perder-se a cultura e a língua francesas não significa apenas perder o fio à nossa Cultura: representa muito mais.

Abandona-se uma Cultura-Mãe da mudança política europeia e do ocaso do absolutismo: toda a herança da Revolução Francesa (1889), por sua vez, nascida em pleno chamado Iluminismo -Século das Luzes-, centro em Paris, que varreu os dogmas castradores, partos medievais, cozidos a lume ardente pela Igreja romana, secular, interessada e voluntariamente defensora do analfabetismo.

Depois, abrem-se as portas à Incultura, que o gesto de limpar o francês dos programas escolares ilustra, e pôs-se em andamento o PAC:
o criminoso Processo de Analfabetização em Curso cujas raízes foram plantadas há mais de vinte anos.

E eis o pobre lusitano obrigado a ouvir uma língua estropiada, na rádio, nas Tvs e a decifrá-la nos jornais.

Ouvir um comentador de jogos de futebol é vender a alma à Ignorância linguística; ouvir notícias, idem; seguir reportagens e comentários televisivos, idem.

Da imbecilidade comandante -hoje é Domingo, rouba dois minutos ao dia e espreita o que te deixo...

Imagem de Paris, Louvre

Desapareceu o francês -a língua e a cultura francesas  do nosso ensino? Praticamente, desapareceu. 

A razão? A mediocridade daqueles a que foram confiados os programas escolares, para não dizer a estupidez, que me sabe melhor e responde à raiva que a estupidez -isenta de impostos!- me provoca.

Toda a Cultura portuguesa deve à França.

Mas o ensino, hoje, é comandado por outro valor que não a Cultura e, muito menos do estudo do passado da nossa: marcha ao toque da obrigação de aprontar produtos rentáveis –e via segura, parece ser o inglês, o péssimo inglês da Internet e ok, ya, of course, remexedor dos ossos de Shakepeare na campa e escandalizador de qualquer anglo-saxónico que haja cursado um college decente.

O nosso honesto Eça, mandava dizer a Oliveira Martins cuja Inglaterra de Hoje (1894) representa aversão profunda à pérfida Albion (não esquecia o grande escritor e historiador a tristeza de ter sido Portugal, durante séculos, colónia britânica, chupada até ao tutano…), confiava Queirós, em carta de 10 de Maio de 1884, ao grande amigo do Cenáculo, o seguinte:

“A nossa arte e a nossa literatura vêm-nos feitas de França, pelo paquete, e custam-nos caríssimo com os direitos de alfândega. Eu mesmo não mereço ser exceptuado da legião melancólica e servil dos imitadores. Os meus romances, no fundo, são franceses, como eu sou, em quase tudo, um francês –excepto num certo fundo sincero de tristeza lírica que é uma característica portuguesa, num gosto depravado pelo fadinho e no justo amor do bacalhau de cebolada. Em tudo o mais, francês de província. Nem podia ser de outro modo: já no Pátio da Universidade, já no Lardo do Rossio, eu fui educado e eduquei-me a mim mesmo, com livros franceses, ideias francesas, sentimentos franceses, ideais franceses.”

O que se passou comigo, não vale um caracol, mas que remédio senão citá-lo, justificando-me com Pessoa, que se desculpava assim: “…sou o exemplo que tenho mais perto”?

Também eu li os franceses, de Hugo a Jean-René Huguenin, pelo meio, André Gide, Proust, Claudel, Bernanos & Cia; também a mim Paris e o cinema francês me fascinaram e fascinam,

Já li, porém, grandes escritores norte-americanos, Mark Twain, Jack London, Steinbeck, Hemingway, Carson McCullers, Dashiell Hammett, os grandes ingleses, os grandes russos…

E concordo com André Gide que considerava os ingleses e os russos os melhores romancistas…

Mas também eu fui educado através da cultura e da língua francesa, que, aliás, me abriu os escritores de língua inglesa e russa…

Aos italianos, aos quais devo muitíssimo -Italo Svevo, Umberto Saba, Federico Tozzi…, por exemplo-, à língua italiana, cheguei muito mais tarde, quando as boas fadas me instalaram em Roma…

Ignorar a França, dar de barato a língua e a cultuar francesa é uma imbecilidade; mas um povo que tem o presidente da República e o governo que tem…

sábado, 27 de abril de 2013

Assegurar...

in Público de hoje

Um dia de anos

Óleo de Pierre Bonnard


 São dias nossos..., que sempre acontecem de maneiras diferentes...

Este ano, o dia dos meus anos recordou-me certos de Roma, quando a nossa mesa se cobria de amigos e a festa era amizade sincera, intensa, espontânea…, quando cada um se dava –o melhor dos presentes.

O meu dia de anos é 24 de Abril. Jantei em casa de minha filha, casa russa, porque meu genro o é… e jantei excelente comida japonesa…, com um toque de vodka…

Nada de espantar: corre-nos no sangue, certamente, seiva do holandês voador e do judeu errante: é a descobrir o mundo que nos realizamos.

O almoço do dia seguinte, 25 de Abril, juntou amigos que se deslocaram à toca deste lobo ou urso -espero- bom, três queridíssimos amigos vindos de cantos diversos:

Cláudia Ribeiro, a genial directora da maravilhosa Livraria Lumière, do Porto; Isabel Vaz, de Castelo Branco, a doce professora de crianças, que a adoram, a leitora insaciável, que, na Livraria Lumière topa o que precisa e deseja,; Ariel Schweitzer, israelita, professor e crítico cinematográfico, a dividir o ano entre a fantástica Tel Aviv e a romântica Paris, meu amigo especial e do saudoso Zac, de quem diz nunca ter sido um cão mas, sim, um poeta (e não se engana…).

Chegaram carregados de presentes, livros, 5 filmes da nova vaga israelita (dos quais já vi, ontem à noite, uma obra-prima, Meu Pai, Meu Senhor, de David Volach), bolos, doces e… um perigosíssimo queijo de cabra curado, objecto de gula, que é pecado… Parece que essas delicatesses fazem engordar e mal ao colesterol… mas queremos lá saber!: a nossa colher roubou a Herberto Helder um título: aqui em casa, a colher chama-se agora a colher na boca…

O obrigado que aqui deixo é para todos –e, muito, muito para a vida, de que Violeta Parra cantou a beleza e a generosidade.   

sexta-feira, 26 de abril de 2013

A distinção justa

Camilo Castelo Branco, 1917, óleo de Mário Augusto Santos (1895-1941)


Eça de Queirós


Pela mão de uma querida Amiga, que, aliás, escreve um blog interessantíssimo, Palavras Daqui e Dali, chegou-me, prende de anos encantadora, um livro há muito ambicionado: Eça de Queiroz, A sua vida e a sua obra –Cartas e documentos, inéditos, 2ª edição, Portugal Brasil Limitada, 1920, de António Cabral.

E, nele, topei a diferenciação de Camilo e Eça mais certa que encontrei até hoje; aí vai:

“… Camilo era um homem de génio; Eça de Queiroz, um escritor de excepcional talento.”

Caminho da felicidade

Um porta no mar...

Um do mais belos lugares do Japão: no séc. XVII : esta forii (porta tradicional) flutuante, do templo de Itsukushima, Miyajima, junto a Hiroshima.



quinta-feira, 25 de abril de 2013

O 25 de Abril faz 39 anos... mas está cercado: defende-o!




"Liberdade, liberdade,
Quem na tem chama-lhe sua" 

25 de Abril: Recordar um Herói do nosso tempo, um Homem na nossa História: Salgueiro Maia

25 de Abril de 1974: Salgueiro Maia, no Largo do Carmo, impõe a rendição ao ditador

O retrato de um Homem:

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Hoje

Óleo de Aldo Zari, 2007, Venezia


Esta manhã não é da Primavera,
esta manhã é do meu corpo e da minha alma,
é do meu rosto e das minhas mãos,
é dos meus olhos e de todos os meus sentidos.

Quando os meus olhos deslumbrados
cansarem de fixar esta manhã,
e tombarem como pássaros feridos em pleno voo,
então, só então, esta manhã será da Primavera.

Até lá,
é dos meus braços erguidos,
é do meu riso forte e manso como um rio,
é do meu corpo nu que abre sulcos nos barrancos,
que se entorna na água dos ribeiros,
que se entrega à terra,
que se embebe de seiva
como o sol desta manhã!

Eugénio de Andrade in Adolescente, Edição do Autor, composto e impresso nas oficinas da Editorial Império, Lisboa, Novembro de 1942

Nota do bloguista: a poesia e a ilustração dedico-as à M.J, companheira única de toda a minha vida, sonhada e desejada, antes de se revelar, e, agora, presente em cada instante vivo. 

terça-feira, 23 de abril de 2013

E agora toca a reunir!

Forges in El País de hoje

"O rapto (abandono) da Europa... do Sul"

Adeus, Portugal...

in Público de hoje

...falou a Merknazocas....

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O que nos falta -e é o alicerce- ao nosso ensino

Sócrates, moralista por excelência



Pedir a este governo e, consequentemente, ao dr. Crato, ministro da educação, que se preocupem com a moral é o mesmo que pedir a uma pescada que suba a pé o monte Evereste.

Nunca lhes passou pela cabeça a ética -a moral laica- e duvido que saibam que existe.

Mas ela é o alicerce da vida –de uma conduta, de uma atitude, do viver e viver com os outros.

Sei que, imbecilmente, o francês foi, praticamente, banido das nossas escolas –o francês cuja Cultura marca profundamente toda a nossa.

Há, porém, quem ainda o pratique –e não será, com certeza, 1 único.

Aliás, Mestre João Gaspar Simões viu-se, um vez, diante de um único ouvinte a uma conferência sua. Nem por isso virou as costas. Um homem é um tesouro, que merece todo o respeito –e é um transmissor.

Aqui vos deixo um admirável texto do quotidiano exemplar, Le Monde, entrevista ao ministro da educação francesa, Vincent Peillon. 



Ler:

domingo, 21 de abril de 2013

A bola estragada

in Público de hoje

sábado, 20 de abril de 2013

A Itália reelege um Presidente da República à altura das funçôes: Giorgio Napolitano

Giorgio Napolitano, um homem íntegro, capaz, atento ao futuro do seu país

Notícia:

Que lata!

O que se passa?


Em Lima, Perú, Cavaco disse:

"Não há democracia política sem justiça social."

Comeu folhas de Coca ou não tem vergonha?

Bom dia com o Amor!


"Mulher junto de uma árvore", óleo de Pierre Renoir, 1866


Amor

Por teu ventre começa a minha vida,
Por teus olhos a estrela que me guia.
Amor, que Deus te salve! – Ave-Maria,
Cheia de graça, ó Bem-aparecida.

Por meu e por teu verbo de harmonia
Se fará eterna origem comovida
De outros frutos de amor! –Ave-Maria,
Senhora da minh'alma apetecida.

E meu sangue amoroso e produtivo
Se fará carne e espírito fecundo
À tua imagem noutro corpo vivo.

E assim ambos, Amor, iremos ser
Seio da vida originando o mundo
Por teu ventre bendito de Mulher.

Afonso Duarte, in Ritual do Amor, incluído in Obra Poética de Afonso Duarte, organizado por Carlos de Oliveira e João José Cochofel, Iniciativas Editoriais, Lisboa, 1956

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Que isto aconteça e o que isto significa envergonha o governo e envergonha quem o votou ou apoia

O 25 de Abril não estará na Assembleia da República


Notícia:

Bom dia para um jovem artista

Epicteto (55-135)


Epicteto escreveu:

“Se, para agradares a outro, te abandonas ao que corre à tua volta, fica a saber que perdeste o teu lugar.”

Gustave Flaubert, em carta para Louise Colet, sua amante e também escritora, citou-o, livremente:

“Se procuras agradar, eis-te perdido.”

E, depois, sublinha Flaubert:

“…se precisas dos outros é porque és igual a eles.”

Ao que acrescento: não vale a pena fazeres nada porque já está tudo revelado –todos o conhecem e seguem.

Ou seja: faltam-te originalidade, diferença, verdadeira novidade –és desnecessário.

  

quinta-feira, 18 de abril de 2013

E devia ouvir em que estado deixou o país e arranjou discípulos como esses que estão a depenar-nos...

in Público de hoje

Auto-retrato de Baudelaire

Foi descoberto um auto-retrato de Charles Baudelaire, entre a correspondência do seu amigo  o escultor Geoffrey-Dechaum -um aspecto de curioso é ver o grande poeta com bigode, o que até agora não tinha acontecido...

Notícia:

Esclarecer é um combate

Eça de Queirós, por Columbano


“Pensar é sofrer; alumiar é lutar.”

Eça de Queirós in Prosas Bárbaras 



quarta-feira, 17 de abril de 2013

Os bancos por dentro e os bancos por fora

El Roto in El País de hoje

"-Vigia, para que não entre nenhum ladrão.

"E os que estão lá dentro?

"Nesses, nem tocar-lhes!

El Roto in El País de hoje

O lugar do morto

in Público de hoje

Agora, a Primavera

"As três graças", 1503-1504, óleo de Raffaelo Sanzio (1483-1520) 

terça-feira, 16 de abril de 2013

Os mortos e feridos de Boston

Não há nenhuma ideologia que justifique massacres

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Muito provavelmente...

in Público de hoje

Anima-te!: o governo está em vias de implosão

Já não é sem tempo -muito pelo contrário, porque deixará o país de tanga!


“O momento mais perigoso para um mau governo é quando começa a reformar-se.”

Alexis de Tocqueville***




***http://www1.ionline.pt/conteudo/5646-alexis-tocqueville-e-as-duas-democracias

domingo, 14 de abril de 2013

Vida... e morte do Estado Social

in Público de hoje

Bem vinda Primavera...

"No campo", 1890, Pierre-Auguste Renoir

sábado, 13 de abril de 2013

Na enxurrada, vai a Cultura: o governo defende o Processo de Analfabetização em Curso


Paula Rego tem mais que fazer do que perdoar a ignorância galopante deste governo

Paula Rego decidiu retirar todas as suas obras, pinturas e desenhos, da Casa das Histórias, em Cascais –informa o Público de hoje.

Eis o caminho que leva a Cultura, em Portugal, com este governo.

O que dirá -ou fará?- o Secretário de Estado da Cultura?

Aos costumes, dirá bláblá?

Se assim fizer, enquadra-se perfeitamente num governo de analfabetizantes.

Ao longe, a música do cavaquinho

in Público de hoje

Primavera

Pintura de Zhang Xiaoyou. 1935


Uma cotovia levanta voo-
respiro a bruma
caminho sobre as nuvens!

Masaoka Shiki (1867-1902)

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Eis a razão porque vamos a caminho do abismo: alguém paga para que isso aconteça...

El Roto in El País de hoje

"-Podia fazer-se outra política, mas pagam-na pior.