sexta-feira, 8 de maio de 2009

O breviário



Esta é a capa do primeiro de dois volumes de uma obra de leitura obrigatória. Urgente. Indispensável. Cartas, de Santo Antero -de Antero de Quental. O retrato, em corpo inteiro, de um escritor imenso, de um poeta de génio, que se debruçou sobre a condição humana, a questão social, o sentido da vida. As cartas que enviou um homem íntegro, que dizia: “Nós somos uns pobres doidos, maus e cruéis para nós mesmos, que nos comprazemos em destruir e soterrar todas as fontes dos nossos bens”. E, hoje, o que somos nós?


Uma obra, um breviário.

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