
Esta notícia não poderia escapar-nos: Manoel de Oliveira continua presente na Bienal de Veneza!
Em 1976, nessa mesma Bienal, a crítica italiana reconheceu o imenso talento de Oliveira.
Passaram 34 anos, durante os quais o grande realizador foi quase sempre (ou sempre?) convidado para o festival veneziano.
E, agora, volta, com A Espada e a Rosa, uma curta-metragem.
Manoel de Oliveira nunca esqueceu o que deve à Itália, nem essa o pôs de lado.
Nós também estamos com ele, não é verdade?
Porque ele, sim, é um verdadeiro génio da criação artística, e honra a Cultura portuguesa!
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