terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Simplesmente magistral tal qual era




Isaac Bashevis Singer

A obra e o artista

“Quando era jovem, lia os livros sem verdadeiramente tentar saber quem era o autor. (…) O bom leitor, o verdadeiro leitor enquanto jovem está-se nas tintas para saber quem era Tolstoi: o que ele quer é ler um livro que o entusiasma.”


Isaac Bashevis Singer in Conversation with Isac Bashevis Singer, Doubleday and Company, Inc., New Yourk,1978

domingo, 26 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

André Gide, meu escritor de cabeceira


André Gide (1869-1951)


André Gide é um escritor que descobri sozinho, há tantos anos: nos idos de 50. Dei com ele na papelaria do Sr. Casimiro, na Guarda; em um livrinho francês da famosa edição “Le Livre de Poche”. Michèlle Morgan iluminava a capa e talvez a fabulosa beleza da actriz me impressionasse. A obra intitulava-se “La Symphonie Pastorale”.

Daí em diante, Gide acompanhou-me e é, ainda hoje, autor de cabeceira.

Escolhi, para vocês, meus amigos, estas linhas que leio e releio e sempre muito me dizem:

“Tu que virás quando eu já não ouvir a música da terra e os meus lábios já não poderem beijá-la -tu que, mais tarde, talvez me leias- é para ti que escrevo estas páginas. Talvez tu não te surpreendas o bastante por estares vivo; não admires como deverias o milagre que é a tua vida.”

Estas linhas abrem “Les Nouvelles Nourritures” (1935); a fechar “Les Nourritures Terrestre” (1897), escreve Gide:


Prende-te, apenas, àquilo que sintas estar em ti e não noutro, cria em ti, impacientemente e pacientemente, o mais insubstituível dos seres.”  

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

domingo, 12 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017