quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

A direita em pânico...


in Público de hoje

O que vos sugiro hoje: a leitura da correspondência de um genial açoriano: Antero


São dois volumes apaixonantes e esclarecedores da tragédia portuguesa

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A solidão


Obra de Franco Villoresi, (Itália, 1920-1975)

O autor/livro que sugiro para hoje





Um dos melhores livros da ficção narrativa da nossa Literatura.

Um escritor que renovou a novela portuguesa.


Lê tudo quanto possas ler dele.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Os nossos primos...

Brasão de Afonso Henriques


Brasão do conde de Savóia 




E tudo começou…

Na minha ampla estadia na maravilhosa Itália, anotei, sempre com ternura e orgulho, a frase seguinte, repetida pelas televisões:

“I nostri cugini portoghesi…”

Pois assim foi: Afonso Henriques, o nosso primeiro rei, fez nossa primeira rainha, Mafalda, filha de Amadeu III, conde de Savóia e Moriana.

E, depois, por aqui apareceram cruzados, homens do mar, comerciantes…

Veneza, Génova, Florença, entre outras cidades, no-los mandaram…

Italianos? Nossos primos, pois claro!

Bom dia...mar de Inverno...


Obra de Franco Villoresi (Città di Castelo, 1920 -Arezzo, 1975)

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Bom fim de semana!


"Cavaleiro", obra de Vittorio Basaglia (Veneza, 1936-Pinzano al Tagliamento, 2005)

Andar no passado...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Bom dia às 6:40 de 3ª feira...

Da agonia da Cultura


Imagem da Toscana, Itália



Ao retomar a leitura de Valery Larbaud, enterrado também ele, há muito, pelos canibais literatos, deparo com o seguinte desabafo, corajosa confissão de A. O. Barnabooth, personagem inventado mas que é ele, Larbaud, em Journal Intime:

“Amo-a [a Itália] e é tudo. E eis que vamos deixar tudo isso: os caminhos que endurecem em três dias os pés dos viajantes, as ruas onde, por detrás das persianas verdes, belos rostos vos vêm passar, as colinas desenhadas no azul, bandeiras de uma procissão. Podemos haver medido e enganar-nos, e considerar a comodidade da vida alemã como grande civilização. Mas veremos a diferença, quando chegarmos aos países onde essa civilização se expande menos generosamente: a Alemanha, justamente, em que o espírito vive dentro dos livros; a Inglaterra onde não vemos, nas praças públicas, a nudez completa de Neptuno ou de David. Pobres pequenas nações grosseiras!”

Barnabooth-Larbaud tem razão: assassinamos o espírito, dia a dia.    

Bom dia!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

O que concebe dentro de nós...


Paul Léautaud e os seus gatos



Paul Léautaud (1872-1956) personagem singular e complexo, deixou um Diário com mais de 19 volumes publicados até 1980. Enquanto descanso do meu trabalho no romance em cuja fábrica me isolei, ao folhear o originalíssimo escritor, deparo com este apontamento:

“Não inventamos perfeitamente senão retomando aquilo que levamos connosco”.

E não se enganava…


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

sábado, 6 de fevereiro de 2016

O segredo




Antes de me entregar ao trabalho, quero deixar-vos estas linhas de Ubaday-I Zakami (1300-1371), citado por Claude Roy (!915-1997), a abrir o penúltimo dos seus livros, Les Rencontres dês jours, 1992-1993, Gallimard, 1995:

“Os encontros de cada dia refrescaram a minha vida.” Foi a resposta do sábio Kirman ao discípulo que lhe perguntou o segredo da sua eterna verdura.”

Ontem, o acaso de um encontro -e é sempre o acaso que os propicia…- também me reverdeceu a alma.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Feliz Carnaval...

O permanente Carnaval da Via dei portuguesi...






E nesse tempo, durante o Carnaval ou sem ele, não era só o piriquito que chirleiava!

Vai não vai, lá a aprecia o homem da cabeleira poético ou filosófica, solene e duro e, 
Chico esperto, olho á cata daquilo que rendia…

E que lhe rendeu…


A Via dei Portuguesi era um mundo complexo.




O periquito... e o poeta só cabelo... ou o caça niqueis...

Interregno: o que tem de ser dito, diz-se


HADAR COHEN, 19 ANOS, POLÍCIA MUNICIPAL

Jovem polícia israelita foi assassinada, por terroristas palestinos, no passado dia 3.

Hadar Cohen, de 19 anos, vigiava, com outros colegas, a Porta de Damasco -a mais escolhida pelos turistas.


Foi abatida a tiro.

Honra à sua coragem e à sua beleza destruídas; honra ao seu nome que, em hebraico, significa "esplendor"!