sábado, 31 de agosto de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
Intermezzo: "o sonho comanda vida" (António Gedeão dixit)
"Nos cinquenta anos do discurso de Martin Luther King:
"Que fizeste do teu sonho?"
Erlich in El País de hoje
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Intermezzo: Amor Absoluto: hoje, alguém escreve cartas destas?
“Conheço-me muito bem para saber que sou capaz de te adorar
eternamente. Exijo, no entanto, de ti, minha Maria Angelina, a mesma coisa.
Dou-te a minha alma –hás-de-me dar a tua em troca. Não terás, como eu não terei
para ti, pensamentos reservados: -teremos só um coração e uma vontade. E
seremos tão felizes que, quando passarmos na rua juntinhos, hão-de apontar-nos
como exemplo de dois noivos até velhinhos noivando.
Até amanhã, meu amor.
Teu para sempre
Raul Brandão
G. [Guimarães], 24 de Julho de 1896
in Um Coração E Uma
Vontade, Memórias, Maria Angelina Brandão, Coimbra, 1959
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
Interrompo as férias para desejar à querida amiga Isabel Vaz um dia de anos... veneziano!
"Canal Grande", Veneza, 1738, Canaletto
Quando será, quando
será... que festejaremos, aqui, os seus anos... ou, muito simplesmente, a nossa
tão boa amizade?
Ainda as declarações do chico esperto do Pontal
Um dos truques deste governo-carrasco é dividir para governar, pretendendo imitar o homem de Florença, ou seja: Maquiavel.
O que se
nos depara são uns maquiavelinhos de jardim zoológico.
Pôr toda a gente à
bulha, eis o lema da quadrilha:
doentes com médicos; alunos e pais com professores; médicos com médicos; professores com professores; juízes com as partes em litígio; & por aí adiante.
Agora atiram para o ringue funcionários
públicos contra trabalhadores do privado.
Declaram-se Robins dos
Bosques que vão igualar os direitos das duas categorias, cortando nos primeiros
e escondendo os crimes perpetrados contra os segundos, ao protegerem o capital,
facilitando, escandalosamente, o despedimento dos trabalhadores e dando, ao
empregador, rédea livre para muito mais, como todos os trabalhadores sabem e denunciam.
...eis uma interrupção
de férias, que vale a pena, não julguem, julgando mal, que, no post de ontem
referi os funcionários públicos (pobres, desgraçados funcionários públicos, tal
qual o português, hoje, entregue a essa bicharada que nos desgoverna!) como aristocratas do trabalho.
Limitei-me a apontar a leviandade com que o PM fala dos nossos gravíssimos problemas sociais -a leviandade e a imbecilidade.
Limitei-me a apontar a leviandade com que o PM fala dos nossos gravíssimos problemas sociais -a leviandade e a imbecilidade.
Os crimes deste governo atingem todos –e destroem o
país, de ponta a ponta, de Norte a Sul.
sábado, 17 de agosto de 2013
Um Chico Esperto no Algarve que me fez interromper as férias... porque todo o cuidado é pouco!
“Se não temos dinheiro para pagar salários e pensões, o que fazemos? O que fazem as empresas: reduzem pessoas e baixam salários”
Passos Coelho, ontem, no discurso do Pontal
Coelho mistura alhos com bugalhos, de modo hilariante, alarve, feliz,
atitude típica dos doentes de imbecilidade que julgam ter descoberto uma nova
máquina destruidora: nova pólvora.
E nisso tem razão: anuncia a sua nova máquina que realizará o seu sonho de destruir Portugal.
Mas ignora o seguinte:
Portugal não é uma empresa, é uma Nação.
O Estado não é uma empresa, é a Nação –todos nós.
Os funcionários não são trabalhadores de uma empresa, são
cidadãos, parte integrante e constituinte do Estado, consequentemente da Nação.
Os funcionários públicos são empregados deles próprios, uma
vez que fazem parte da totalidade dos cidadãos que criaram e sustentam a Pólis, a Cidade, a Nação, o Estado.
O que o Chico Esperto que se pavoneou no Pontal realmente
quer -e ao confirmá-lo, desmascarou-se- é eliminar a Nação, o Estado, Portugal,
e criar um paraíso de capitalistas financeiros: uma Empresa de
Irresponsabilidade Ilimitada.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
O mundo fabuloso
Pormenor da bandeira dos Açores
Tal qual vos disse, as
férias do Sobre o Risco estendem-se
até Setembro.
Excepcionalmente, hoje,
assinalo a estadia em três ilhas dos Açores: breve manhã na Terceira, Angra do
Heroísmo; uns dias na Graciosa, Santa Cruz e outros em Ponta Delgada, São Miguel.
Já conhecia a Terceira
mas, desta vez, convivi muito mais de perto com os açorianos –e descobri um
mundo que eu julgava mítico, impossível: paraíso perdido.
O modo fidalgo e generoso
como o açoriano recebe; a maneira essencial como vive, bem junto à natureza; a
generosidade, a solidariedade, a bondade; os corações abertos e o fino trato de
cada pessoa e de todas as coisas –encantaram-me, maravilharam-me
Aqui fica o primeiro desabafo,
que a beleza e a singularidade dos Açores apertam-me a alma.
Em Setembro virá mais um
bocadinho do imenso que me deixou esta experiência.
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