segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ainda Rui Polónio Sampaio... poeta bom que tanto amava a vida!...


...eis os tartufi-di-mare, prova possível da existência de Deus...


No capítulo X d’ O Pássaro de Vidro, que transcrevo hoje aí abaixo, há um poeta português que define a qualidade delicada dos famosos tartufi-di-mare, pelos quais 99,9 % dos venezianos seriam capazes de dar a vida.

Eles -os tartufi- são uma prova da existência de Deus, segundo o poeta.

E quem era esse poeta que assim falou ao pintor Alberto Memmo?

E quem era -e é- esse extraordinário pintor, Memmo?

Vou levantar o véu –a verdade é que já aqui confessei a minha falta de imaginação e o meu modo de ir buscar à vida real as minhas personagens.

O poeta era Rui Polónio Sampaio.

O pintor é Aldo Zari.

E o diálogo entre eles, que transcrevo -na voz de Memmo/Zari- aconteceu, de facto, algures numa osteria de Veneza, nos idos de 80.

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