
...eis os tartufi-di-mare, prova possível da existência de Deus...
No capítulo X d’ O Pássaro de Vidro, que transcrevo hoje aí abaixo, há um poeta português que define a qualidade delicada dos famosos tartufi-di-mare, pelos quais 99,9 % dos venezianos seriam capazes de dar a vida.
Eles -os tartufi- são uma prova da existência de Deus, segundo o poeta.
E quem era esse poeta que assim falou ao pintor Alberto Memmo?
E quem era -e é- esse extraordinário pintor, Memmo?
Vou levantar o véu –a verdade é que já aqui confessei a minha falta de imaginação e o meu modo de ir buscar à vida real as minhas personagens.
O poeta era Rui Polónio Sampaio.
O pintor é Aldo Zari.
E o diálogo entre eles, que transcrevo -na voz de Memmo/Zari- aconteceu, de facto, algures numa osteria de Veneza, nos idos de 80.
Eles -os tartufi- são uma prova da existência de Deus, segundo o poeta.
E quem era esse poeta que assim falou ao pintor Alberto Memmo?
E quem era -e é- esse extraordinário pintor, Memmo?
Vou levantar o véu –a verdade é que já aqui confessei a minha falta de imaginação e o meu modo de ir buscar à vida real as minhas personagens.
O poeta era Rui Polónio Sampaio.
O pintor é Aldo Zari.
E o diálogo entre eles, que transcrevo -na voz de Memmo/Zari- aconteceu, de facto, algures numa osteria de Veneza, nos idos de 80.
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