Estas linhas de Antero de Quental, colhidas nas preciosas -de leitura e meditação obrigatórias- “Cartas” (Universidade dos Açores/ Editorial Comunicação)
“O essencial é o mundo interior, porque o outro é em toda a parte para muito pouco”.
“Este trabalho é triste como todo o trabalho moderno, forçado, partido e dividido, desnatural e injusto.”
Pergunto: que é feito do nosso “mundo interior”, isto é, de nós próprios, dos nossos sonhos e vocações –escravos deste, de hoje, trabalho desumano, que nos dão por esmola e sujeitos a que nem isso nos dêem?
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