segunda-feira, 13 de abril de 2009

Ainda (e sempre) Afonso Duarte

Aviso àqueles que ainda não conhecem ou querem conhecer a obra do grande Afonso Duarte (e aos que já a conhecem...): a Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) publicou, em Agosto do ano passado, a sua (dele) Obra Poética. O livro, indispensável aos amantes da Poesia e da Literatura Portuguesa, tem uma boa Introdução de José Carlos Seabra Pereira, que se encarregou da fixação do texto, registo de variantes e apêndices.

Roubei duas quadras:

Eu hei-de despedir-me desta lida,
Rosas? –Árvores! Hei-de abrir-vos covas
E deixar-vos ainda quando novas?
Eu posso lá morrer, terra florida!

E:

Os braços e a cabeça livre
É quanto basta.
A gente vive,
O amor é pela vida.


...os poetas nunca morrem, não é verdade?...

Sem comentários:

Enviar um comentário