Aviso àqueles que ainda não conhecem ou querem conhecer a obra do grande Afonso Duarte (e aos que já a conhecem...): a Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) publicou, em Agosto do ano passado, a sua (dele) Obra Poética. O livro, indispensável aos amantes da Poesia e da Literatura Portuguesa, tem uma boa Introdução de José Carlos Seabra Pereira, que se encarregou da fixação do texto, registo de variantes e apêndices.
Roubei duas quadras:
Eu hei-de despedir-me desta lida,
Rosas? –Árvores! Hei-de abrir-vos covas
E deixar-vos ainda quando novas?
Eu posso lá morrer, terra florida!
E:
Os braços e a cabeça livre
É quanto basta.
A gente vive,
O amor é pela vida.
...os poetas nunca morrem, não é verdade?...
Roubei duas quadras:
Eu hei-de despedir-me desta lida,
Rosas? –Árvores! Hei-de abrir-vos covas
E deixar-vos ainda quando novas?
Eu posso lá morrer, terra florida!
E:
Os braços e a cabeça livre
É quanto basta.
A gente vive,
O amor é pela vida.
...os poetas nunca morrem, não é verdade?...
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