... o dia de hoje poderia ser isso mesmo: exaltar e defender o direito dos jornalistas à liberdade de expressão: a honra de jornalista. Porque há muitas formas de censura, pressão, proibição. Todos nós o sabemos. E também sabemos que precisamos da informação verdadeira, pedagógica, séria, isenta, vertical –como de pão para a boca. É um dos pilares das sociedades avançadas, livres e cultas. É o espelho da riqueza intelectual (a mais importante, ou a única verdadeiramente importante) do país. Ando nessas lides, vai para mais de 50 anos. E recordo um mestre: Jacinto Baptista, no extinto “Diário Popular”. Ele respeitava a profissão, que exercia superiormente; ele respeitava os camaradas de trabalho; ele respeitava os leitores. Exigente, delicado, generoso. Capaz de sacrifício, sempre solidário. Sempre gentil. Devo-lhe quase tudo o que sei que devo fazer, quando começo uma crónica...
terça-feira, 14 de abril de 2009
O dia de hoje...
... o dia de hoje poderia ser isso mesmo: exaltar e defender o direito dos jornalistas à liberdade de expressão: a honra de jornalista. Porque há muitas formas de censura, pressão, proibição. Todos nós o sabemos. E também sabemos que precisamos da informação verdadeira, pedagógica, séria, isenta, vertical –como de pão para a boca. É um dos pilares das sociedades avançadas, livres e cultas. É o espelho da riqueza intelectual (a mais importante, ou a única verdadeiramente importante) do país. Ando nessas lides, vai para mais de 50 anos. E recordo um mestre: Jacinto Baptista, no extinto “Diário Popular”. Ele respeitava a profissão, que exercia superiormente; ele respeitava os camaradas de trabalho; ele respeitava os leitores. Exigente, delicado, generoso. Capaz de sacrifício, sempre solidário. Sempre gentil. Devo-lhe quase tudo o que sei que devo fazer, quando começo uma crónica...
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