
A imagem acima reproduz um aspecto da cidade de L’Aquila, em Itália, recentemente destruída por um terramoto. Ali começa, hoje, outra cimeira do G-8, que junta os países mais industrializados e desenvolvidos economicamente. Discutir-se-à a situação mundial. À margem, mas significativo: em Espanha, aconteceu o IX Encuentro Financiero Internacional Caja Madrid. O poder inquieta-se, o poder interroga-se, o poder acautela o futuro...
Escolhi a imagem de uma igreja de L’Aquila e de uma estátua romana, milagrosamente intacta: a imagem de um homem, entre ruínas.
Atento à igreja atingida pelo terramoto, volto a referir a nova encíclica do Papa, “Caritas in Veritate” (e agradeço ao amigo que me corrigiu o latim). Diz ele, nela: “Só na verdade a caridade resplandece”.
Atento à estátua, trago à colação o homem solitário e exposto a todas as intempéries, sobretudo, as decorrentes do mau governo.
Não me parece que o respeito à verdade seja a estrela condutora da maioria dos governantes reunidos em L’Aquila. Toda a sua política sofreu de hipocrisia e foi mãe da indiferença social.
A muito importante (e interessantíssima) encíclica do Papa destina-se a alertar os homens para o mau viver em comum. Espero também se destine a lembrar à Igreja que deve lutar pela justiça social e praticá-la, quotidianamente e em todos os lugares e que a Igreja evite a ruína de L’Aquila, fora e dentro dela, Igreja.
O terramoto de L’Aquila foi um cataclismo. Mas o nosso mundo, no dia a dia, assemelha-se demasiado a um cataclismo...
O ‘El Pais’ intitula, assim, o encontro de Madrid: 'Como será o capitalismo do futuro?' Idêntica preocupação assistirá aos governantes reunidos em L’Aquila?
Não creio que esse problema -o futuro do capitalismo- preocupe os desempregados e os pobres de hoje, os cinco sextos da humanidade. A pergunta que fazem aqueles que exigem uma sociedade justa é: como será o socialismo do futuro? Como -e quando- será a sociedade justa? Meus amigos, encontrareis facilmente, o mais puro socialismo, nas palavras de Mateus. Marcos, Lucas e João -no Novo Testamento, em suma.
Escolhi a imagem de uma igreja de L’Aquila e de uma estátua romana, milagrosamente intacta: a imagem de um homem, entre ruínas.
Atento à igreja atingida pelo terramoto, volto a referir a nova encíclica do Papa, “Caritas in Veritate” (e agradeço ao amigo que me corrigiu o latim). Diz ele, nela: “Só na verdade a caridade resplandece”.
Atento à estátua, trago à colação o homem solitário e exposto a todas as intempéries, sobretudo, as decorrentes do mau governo.
Não me parece que o respeito à verdade seja a estrela condutora da maioria dos governantes reunidos em L’Aquila. Toda a sua política sofreu de hipocrisia e foi mãe da indiferença social.
A muito importante (e interessantíssima) encíclica do Papa destina-se a alertar os homens para o mau viver em comum. Espero também se destine a lembrar à Igreja que deve lutar pela justiça social e praticá-la, quotidianamente e em todos os lugares e que a Igreja evite a ruína de L’Aquila, fora e dentro dela, Igreja.
O terramoto de L’Aquila foi um cataclismo. Mas o nosso mundo, no dia a dia, assemelha-se demasiado a um cataclismo...
O ‘El Pais’ intitula, assim, o encontro de Madrid: 'Como será o capitalismo do futuro?' Idêntica preocupação assistirá aos governantes reunidos em L’Aquila?
Não creio que esse problema -o futuro do capitalismo- preocupe os desempregados e os pobres de hoje, os cinco sextos da humanidade. A pergunta que fazem aqueles que exigem uma sociedade justa é: como será o socialismo do futuro? Como -e quando- será a sociedade justa? Meus amigos, encontrareis facilmente, o mais puro socialismo, nas palavras de Mateus. Marcos, Lucas e João -no Novo Testamento, em suma.
Sem comentários:
Enviar um comentário