segunda-feira, 6 de julho de 2009

O insulto como vergonhoso modo de vida ou os limites das cabecinhas de amendoim...



Ainda a procissão vai no adro e já alguns (especiais...) opiniadores, politólogos e comentadores abriram a caixa dos seus conhecimentos.


E o que mostram é a pobreza intelectual, os cérebros tísicos. Não há massa cinzenta: há recheio de amendoim.


Insultam Sócrates (a caça ao homem já começara, diga-se a verdade...), insultam ministros e por aí adiante.


Que é que eles trazem de positivo ao debate pré-eleitoral? Nada ou nada mais que a serradura das tabernas rascas.


Eis mais uma imagem confrangedora de país atrasado –carregada pelo carvão de irresponsáveis, interessados em manter esse atraso.


Há alternativas a este governo? Apresentem-nas, inteligentemente, logicamente, honestamente –civicamente. Há alternativas às soluções socialistas (que podem não ser as do actual governo, entenda-se, e, nem por isso, antes pelo contrário, serem essencialmente socialistas)? Façam o mesmo: expliquem-nas, com cabeça de gente e não de oportunistas descerebralizados mas de dente aguçado, olho em postas futuras, pescadas, como sempre, no erário público...

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