
‘Admiro a consciência e a paciência de Hardy, a riqueza do seu lirismo, o seu escrupuloso cuidado na busca de uma exacta motivação. Ao descrever existências de que o acaso dispõe, nada deixa ao azar e cada personagem encerra em si a sua fatalidade’.
Procurando bem, talvez os meus amigos encontrem as obras desse génio, há tempos (muitos?) traduzido para a nossa língua (‘Longe da Multidão’ teve uma tradução maravilhosa de Cabral do Nascimento)...
na foto: Thomas Hardy e o seu cão
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