
O meu amigo Eduardo Jorge Madureira, a propósito daquilo que escrevi acerca dos jornais (da comunicação social) em crise... pedagógica, enviou-me a seguinte preciosa informação, que tomo a liberdade de transcrever (e, julgo, dispensa comentários...):
Há anos, ficou conhecida a afirmação de um director da TF1, Patrick Le Lay, que disse que, "na base, o trabalho da TF1 é ajudar a Coca-Cola, por exemplo, a vender o seu produto. Ora, para que uma mensagem publicitária seja percebida, é preciso que o cérebro do telespectador esteja disponível. As nossas emissões têm por vocação torná-lo disponível. [...] O que vendemos à Coca-Cola é tempo de cérebro humano disponível".
Exactamente!
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