
Um dos grandes -senão o maior- erro do cidadão português é confundir Estado e Governo.
Há séculos -oito?- que o português anda escaldado -assado!- e olha de viés, quando não olha com desprezo, quando não olha com raiva, quando não olha com ódio, para os vários governantes que, ao longo desses 8 (oito!) séculos, foram fazendo deste nosso país o mais pobre da Europa.
Aldrabado, traído, espoliado, o português reage da seguinte maneira: ‘morte ao Estado, bando de ladrões que nos arrasa a vida!”
Esquece que... ele (mais os outros portugueses) é o Estado!
Confundiu os políticos que, uns após outros, governaram o nosso país, com o Estado.
Daí, o seu absurdo ódio... ao Estado... e a escorregadela: passou a desejar um Estado cada mais fraco...
Não reparou que se enfraquecia a ele próprio.
Não reparou que colabora com o neoliberalismo, que quer um Estado fraco, o mais fraco possível, se possível... inexistente... –para poder negociar e enriquecer à vontade, nas costas do povo: para poder roubar, sem que o Estado, enfraquecido, tísico, castrado, possa fiscalizar as suas (dele, neoliberalismo) negociatas.
O Estado somos nós e temos que o defender, para nos defendermos a nós próprios. Governos e políticos são outra realidade cuja existência e poder depende de nós.
Depende do nosso voto, que elegerá Assembleia de República, as Câmaras e Freguesias, o Presidente da República.
Há séculos -oito?- que o português anda escaldado -assado!- e olha de viés, quando não olha com desprezo, quando não olha com raiva, quando não olha com ódio, para os vários governantes que, ao longo desses 8 (oito!) séculos, foram fazendo deste nosso país o mais pobre da Europa.
Aldrabado, traído, espoliado, o português reage da seguinte maneira: ‘morte ao Estado, bando de ladrões que nos arrasa a vida!”
Esquece que... ele (mais os outros portugueses) é o Estado!
Confundiu os políticos que, uns após outros, governaram o nosso país, com o Estado.
Daí, o seu absurdo ódio... ao Estado... e a escorregadela: passou a desejar um Estado cada mais fraco...
Não reparou que se enfraquecia a ele próprio.
Não reparou que colabora com o neoliberalismo, que quer um Estado fraco, o mais fraco possível, se possível... inexistente... –para poder negociar e enriquecer à vontade, nas costas do povo: para poder roubar, sem que o Estado, enfraquecido, tísico, castrado, possa fiscalizar as suas (dele, neoliberalismo) negociatas.
O Estado somos nós e temos que o defender, para nos defendermos a nós próprios. Governos e políticos são outra realidade cuja existência e poder depende de nós.
Depende do nosso voto, que elegerá Assembleia de República, as Câmaras e Freguesias, o Presidente da República.
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