quinta-feira, 13 de agosto de 2009

As vitórias de Queirós ou o Campeonato do Mundo por um canudo...

outro iluminado da nossa política..., desta vez futebolística... sempre crente desde que lhe paguem...


Afinal para que serve um particular assim?

A Selecção foi a Vaduz passar 90 minutos com o Liechtenstein (que ocupa a posição 150 no ranking mundial da FIFA), uma equipa de arbitragem e umas centenas de emigrantes. Como se esperava, ganhou. E bem, com bons golos, movimentações interessantes nos primeiros 30’.
O fim de tarde foi tranquilo, houve jogadores que se apresentaram a um nível interessante. O leitor menos exigente talvez diga que foi uma das melhores exibições desde que Carlos Queiroz se senta no banco da Selecção. Sim. E, no entanto, o que sobra do jogo é uma tremenda sensação de tempo perdido.
Apesar da opinião do seleccionador, é evidente que o Liechtenstein não é a Dinamarca. Nunca será. Não tem nada a ver. Muito menos com a Hungria. Logo, este desafio particular terá sido apenas uma oportunidade para os jogadores jantarem juntos, matarem saudades depois das férias e, admito, afinarem alguns conceitos com o treinador. Não afectou a confiança da equipa, mas também não a aumentou.
Num cenário assim, contar golos foi a única diversão. O primeiro resultou de um ressalto, Hugo Almeida rematou forte. O segundo foi muito bom, de Raul Meireles. O terceiro voltou a ser marcado pelo avançado que joga na Alemanha. A jogar ‘sozinha’, a equipa nacional cansou-se e tornou o jogo monótono.
Tentar tirar qualquer conclusão séria deste jogo seria… pouco sério. Cristiano Ronaldo ficou em Madrid, no ginásio do Real, e não se pode dizer que tenha perdido grande coisa.
in Correio da Manhã, 13/08/09

Sem comentários:

Enviar um comentário