... que raio de campanha alegre!...Qual é o mundo que vamos construir? Qual é o mundo que fomos construindo? Eu sei que ninguém acredita, mas daqui a um mês, o nosso gesto contribuirá para a evolução ou estagnação da sociedade em que vivemos. Ninguém acredita porque os comparsas desta campanha infeliz parecem bonifrates, porque isto tudo parece um circo perverso, onde o mais fraco é espezinhado e o mais forte enche a burra...
Este nosso mundo ocidental... esta nossa Europa... a grande América! Hoje, mais uma empresa, a Groundforce, põe no olho da rua 400 trabalhadores e, como se falasse de gado, explica que lhe bastam 2400..., ‘de acordo com os parâmetros europeus’...!
E, depois, festejam o fim da crise...
Não, não é a crise que nos despe e esfomeia que acaba! É a tremidela do grande capital, a topar a luz ao fundo do túnel -luz que só a ele ilumina: a sobrevivência, à custa da miséria e do desemprego estabilizados no número certo!
Em 1862, Dostoievski viajou pela Europa e escreveu, acerca do conceito de fraternidade, por estas bandas:
‘na natureza do ocidental a fraternidade não está disponível porque domina o princípio pessoal, o princípio do indivíduo, da autoprotecção, da autocomercialização...’
Três anos mais tarde, 1865, o nosso Antero, olhava à volta e reclamava:
‘A morte da consciência! O que [foi] então a expansão do ideal, a vida da alma, o voo, enfim, do espírito à busca desses astros que só encerra a altura do céu, e se chamam lei moral, sentimento do belo, ‘religião’, para tudo dizer?!...’
Esse egoísmo, indiferença, autodefesa de covarde, autocomercialização de prostituído, esse virar costas aos ideais, esse fechar os olhos à própria alma -ao próprio sonho-, essa morte da ética... tudo isso assistiu ao canibalismo que o neoliberalismo pratica... tudo isso está na raiz da crise que nos sufoca.
Deixemos os mais ou menos ridículos palhaços da feira eleitoral traulitarem-se à vontade. Estão mortos e não sabem. Cabe-nos tratar dos vivos –dos biliões de homens que sofrem e choram. A começar pelo que está mais perto: aquele, ali...
Este nosso mundo ocidental... esta nossa Europa... a grande América! Hoje, mais uma empresa, a Groundforce, põe no olho da rua 400 trabalhadores e, como se falasse de gado, explica que lhe bastam 2400..., ‘de acordo com os parâmetros europeus’...!
E, depois, festejam o fim da crise...
Não, não é a crise que nos despe e esfomeia que acaba! É a tremidela do grande capital, a topar a luz ao fundo do túnel -luz que só a ele ilumina: a sobrevivência, à custa da miséria e do desemprego estabilizados no número certo!
Em 1862, Dostoievski viajou pela Europa e escreveu, acerca do conceito de fraternidade, por estas bandas:
‘na natureza do ocidental a fraternidade não está disponível porque domina o princípio pessoal, o princípio do indivíduo, da autoprotecção, da autocomercialização...’
Três anos mais tarde, 1865, o nosso Antero, olhava à volta e reclamava:
‘A morte da consciência! O que [foi] então a expansão do ideal, a vida da alma, o voo, enfim, do espírito à busca desses astros que só encerra a altura do céu, e se chamam lei moral, sentimento do belo, ‘religião’, para tudo dizer?!...’
Esse egoísmo, indiferença, autodefesa de covarde, autocomercialização de prostituído, esse virar costas aos ideais, esse fechar os olhos à própria alma -ao próprio sonho-, essa morte da ética... tudo isso assistiu ao canibalismo que o neoliberalismo pratica... tudo isso está na raiz da crise que nos sufoca.
Deixemos os mais ou menos ridículos palhaços da feira eleitoral traulitarem-se à vontade. Estão mortos e não sabem. Cabe-nos tratar dos vivos –dos biliões de homens que sofrem e choram. A começar pelo que está mais perto: aquele, ali...
Querido novo amigo Gabriel, estou precisando muito de novos amigos pra me auxiliarem no meu projeto. Estou criando uma minibiblioteca comunitária e outras atividades pra crianças e adolescentes na minha comunidade carente aqui na minha comunidade carente no Rio de Janeiro,eu sózinha não conseguirei,mas com a ajuda dos amigos sim. Já comprei 120 livros e também ganhei livros até de portugal dos meus amigos dos meus blogs:Eulucinha.blogspot.com ,se quiser pode visitar meus blogs do google,ficarei muito contente. A campanha de doações que estou fazendo pode doar qualquer quantia no Banco do Brasil agencia 3082-1 conta 9.799-3 ou pode doar livros ou pode doar máquina de costura ou pode doar retalhos,ou pode doar computadores usados. Qualquer tipo de doação será bemvinda é só mandar-me um email para: asilvareis10@gmail.com , eu darei o endereço de remessa. As doações em dinheiro serão destinadas a compra de livros,material de construção,estantes,mesas,cadeiras,alimentos,etc. Se voce puder arrecadar doações para doar ao meu projeto serei eternamente grata. Muito obrigado pela sua atenção
ResponderEliminarÉ sempre um prazer lê-lo e verificar que continua a escrever aquilo que eu sinto e penso mas que não sou capaz de dizer com essa clareza.
ResponderEliminarObrigada!