
“Ali, onde as rosas...”
Ali, onde as rosas se doavam
A quem, pousando a mão, se debruçasse,
Ficou uma saudade sem história
Nem dor... Só de alegria
O sentimento pleno a quem ousasse
Colhê-las na memória.
Ninguém perceberá morta a distância,
Nem o aroma breve que evolavam.
Só a saudade de uma luz perfeita,
Descendo na minha alma a minha vida,
Descobre, junto a uma pétala desfeita,
O teu olhar puríssimo.
in Anoitecendo, a Vida Recomeça
Ali, onde as rosas se doavam
A quem, pousando a mão, se debruçasse,
Ficou uma saudade sem história
Nem dor... Só de alegria
O sentimento pleno a quem ousasse
Colhê-las na memória.
Ninguém perceberá morta a distância,
Nem o aroma breve que evolavam.
Só a saudade de uma luz perfeita,
Descendo na minha alma a minha vida,
Descobre, junto a uma pétala desfeita,
O teu olhar puríssimo.
in Anoitecendo, a Vida Recomeça
Eis outro poeta de grande qualidade silenciado por esta vaga de sucessos ridículos e sustentados pela publicidade de mercado e a incultura crescente.
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