quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Tem presente!

António Ségio, entre Ferreira de Castro e Aquilino Ribeiro, à porta da Livraria Bertrand, no Chiado, Lisboa, em 1941: estes homens lutavam contra o sslzarismo e, à altura da fotografia, esperavam na vitória dos aliados e na queda de Hitler, Mussolini e de todas as formas de fascismo na Europa e no Mundo


‘Para nós, como te disse, a política é um instrumento da cultura, o estadista é um obreiro da moral”.
António Sérgo, in Democracia


O ensaio de Sérgio -que eu diria de leitura obrigatória-, circulou, clandestino e em pouquíssimos exemplares, em 1933, e só foi editado, pela Livraria Sá da Costa, em 1974, após o 25 de Abril.


Assenta no debate, entre o Libertário (o autor) e Estadista (Salazar) e constitui resposta ao livro de entrevistas de António Ferro, Salazar, o Homem e a Obra, publicado no princípio do mesmo ano.

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