Foto do alarmante espectáculo, pedida 'emprestada' ao Público"Audição de Politicas de Juventude
Canção do grupo Deolinda chegou ao Parlamento"
Canção do grupo Deolinda chegou ao Parlamento"
título do Público de hoje
Eis a letra revolucionária, que alvoroçou a nossa bem conhecida ex-ministra Lurdes (membro da famosa firma, Lurdes & Lemos & Pedreira, Sociedade de Irresponsabilidade Ilimitada, fundador, com os sócios, do PAC, Processo de Analfabetização em Curso) e inquieta os sentados na Assembleia da República:
"Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou!
Filhos, marido, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar,
Que parva que eu sou!
E fico a pensarque mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?
’Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar."
Será que o governo e os deputados da nação irão, contrariados já se sabe, finalmente olhar e pesar o estado desgraçado a que deixaram chegar a nação?
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