
Pedro Norton, em Visão conclui que ‘a nossa democracia dificilmente sairá daqui com saúde’.
Conclui mal.
A nossa democracia atingiu o ponto de ruptura com maneiras de governar que nada tinham de transparentemnete democrático.
A ruptura com o rotativismo serôdio e a inanidade de dois grandes partidos, que começavam a identificar-se cada vez mais um com o outro: o PSD e o PS.
Os nossos eleitores -os nossos cidadãos- interrogaram-se e parecem avançar para novas soluções, novos caminhos.
Parecem exigir um PS... socialista.
Em princípio -mas, em política (e com os políticos em exercício ainda mais), nada é como parece ser ou deveria ser...-, a maioria do eleitorado inclina-se para uma coligação de esquerda.
É uma mudança. Traduz dinamismo. Também, traduz maturidade.
Não a democracia portuguesa, 35 anos depois do 25 de Abril, não tocou o ponto zero; tocou a reunir e a corrigir o que estiver errado.
Conclui mal.
A nossa democracia atingiu o ponto de ruptura com maneiras de governar que nada tinham de transparentemnete democrático.
A ruptura com o rotativismo serôdio e a inanidade de dois grandes partidos, que começavam a identificar-se cada vez mais um com o outro: o PSD e o PS.
Os nossos eleitores -os nossos cidadãos- interrogaram-se e parecem avançar para novas soluções, novos caminhos.
Parecem exigir um PS... socialista.
Em princípio -mas, em política (e com os políticos em exercício ainda mais), nada é como parece ser ou deveria ser...-, a maioria do eleitorado inclina-se para uma coligação de esquerda.
É uma mudança. Traduz dinamismo. Também, traduz maturidade.
Não a democracia portuguesa, 35 anos depois do 25 de Abril, não tocou o ponto zero; tocou a reunir e a corrigir o que estiver errado.
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