...luta de cães... o país que somos?...A imagem escolhida ilustra a frase de Mestre Aquilino sobre os portugueses:
‘Mordem-se como cães!’
Esse é o espectáculo que o nosso país oferece ao mundo, neste momento: a propósito de dúvidas por esclarecer (os processos/escândalo em curso e incompletos), insulta-se, difama-se, condena-se.
Condenam-se mesmo aqueles que nem suspeitos e muito menos réus são.
Certa imprensa, certas televisões, certos opiniadores & etc. praticam esse jogo de caça ao homem –e o país, o português não perde pitada do espectáculo, aplaude, enlevado, divertido, a rir às gargalhadas e a morder, a arranhar, a insinuar, a ofender também, inconscientemente, imbecilmente, alarvemente, e a gritar e a bufar, refastelado no sofá e de pantufas: Agarrem-me senão eu bato-lhe!..., e a pedir outra cerveja à mulher entusiasmada...
E com a perversidade reaccionária que escondem mal –alguns já declaram a queda do regime, o fim da democracia...
É tempo de acabar: é tempo de respeitar a democracia que o 25 de Abril trouxe –e de a defender, com bom senso e respeito pelo próximo, que está sempre inocente até que se prove a sua culpa!
Esse é o espectáculo que o nosso país oferece ao mundo, neste momento: a propósito de dúvidas por esclarecer (os processos/escândalo em curso e incompletos), insulta-se, difama-se, condena-se.
Condenam-se mesmo aqueles que nem suspeitos e muito menos réus são.
Certa imprensa, certas televisões, certos opiniadores & etc. praticam esse jogo de caça ao homem –e o país, o português não perde pitada do espectáculo, aplaude, enlevado, divertido, a rir às gargalhadas e a morder, a arranhar, a insinuar, a ofender também, inconscientemente, imbecilmente, alarvemente, e a gritar e a bufar, refastelado no sofá e de pantufas: Agarrem-me senão eu bato-lhe!..., e a pedir outra cerveja à mulher entusiasmada...
E com a perversidade reaccionária que escondem mal –alguns já declaram a queda do regime, o fim da democracia...
É tempo de acabar: é tempo de respeitar a democracia que o 25 de Abril trouxe –e de a defender, com bom senso e respeito pelo próximo, que está sempre inocente até que se prove a sua culpa!
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