segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A Bíblia, coisa perversa...

...Bíblias? P'ra fogueira, em força e já!...


A senilidade, aliada à imbecilidade, é uma catástrofe.

Um desdouro.

Coloca mal, sobretudo, o próprio tolinho, que esperneia, baba-se, desboca.

Saramago, de quem o erro ou lapso mental de alguns académicos suecos fez o Nobel mais oco de sempre e o misérrimo exemplo da incultura portuguesa, reincidiu na teologação.

Depois de brincar com Jesus e com os Evangelhos, resolveu bater na Bíblia.

Não vale a pena analisar o que ele diz porque ele não diz nada, nem nunca disse, realmente, nada.

Tartamudeou.

Foi um medíocre embrulhador de ideias alheias, um medíocre barman, vergonha de barmen, que misturou droguinhas mal paridas, chatas e enjoativas.

Ávido de publicidade, de imagem, de visibilidade, a cair de chocho, arrastou-se até ao palco da literatice e bengalou a Bíblia.

Ter-se demorado o Verão, Outono dentro, e serem perigosos e desaconselháveis os fogos, eis o que nos salvou de assistirmos, por aí, algures, quando do lançamento dos disparates saramagais, a mais uma fogueira inquisitorial/nazi, onde arderiam todas as perversas Bíblias -assim, denunciou e qualificou a Bíblia o iluminado, o Voltaire de Azinhaga, Saramago-, todas, todinhas as que o homem conseguisse arrebanhar.

Sic transit... Saramago, a vergonha nacional.

1 comentário:

  1. Não me vou pronunciar sobre a obra do segundo Nobel português, desde logo, porque, do meu ponto de vista, ele até podia ser o Paul Auster (um dos meus escritores favoritos)e eu não deixaria de considerar as afirmações sobre a Bíblia um tremendo disparate. A questão é que, se fosse um desgraçado qualquer, de um talk show qualquer, a proferir estes desvarios, era "o Carmo e meia Trindade" por causa das declarações tolas,blá,blá, blá... Como é o Nobel, a coisa toma ares de reflexão lapidar. À custa disto, a venda de "Caim" ,subitamente,aumentou de forma muito significativa. Bela operação de marketing.

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