segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O dia de hoje: umas eleições em que os votos de esquerda continuam à frente...

Lisboa: talvez a vitória mais saborosa...






As eleições autárquicas elegem pessoas, não elegem ideologias.

Aliás, quando se vota no PSD não se vota em nenhuma ideologia.

O PSD nem chegou a ir ao apregoado (pelo tal japonês & Cia) enterro da ideologia porque nunca a teve: é uma associação de interesses privados.

As coisas ficaram, mais ou menos, como estavam (no que diz respeito ao mais: o PSD perdeu 20 câmaras e isso significa alguma coisa).

Na ‘minha’ cidade, na Guarda, Valente e o PS saltaram por cima de uns miados ambiciosos e esquizofrénicos, que por lá, perigosamente, se ouviram (e, infelizmente, continuarão a ouvir-se, porque ali há gato...). Valente mantém-se na presidência da Câmara. Fico muito contente.

No ‘meu’ Porto -outra cidade do meu coração-, correu mal: aquele Rio só pode despejar águas analfabetas e sujas.

Em Lisboa, houve uma excelente vitória: Costa (maioria absoluta) tem genes que me levam a acreditar que irá fazer coisas muito positivas.

O que vem aí, as presidenciais, eis a questão que importa agora: remeter ao domicílio o homem de Boliqueime.

Mas depende do PS -nas anteriores eleições presidenciais, andou a assobiar para o lado- e depende do candidato que o PS apresente. Dependerá, também, do bom senso de Alegre: ele tem de perceber que não é o candidato certo.

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