...é urgente acreditar no dia de amanhã, o dia que ninguém viveu antes de nós...A atribuição do Prémio Nobel da Paz a Barack Obama enervou, para aí, uma data de gente.
Em primeiro lugar, acirrou a inveja.
Em segundo lugar, o facto de Barack Obama ser o Presidente dos USA levou aqueles cujo cérebro continua congelado nas dimensões do amendoim a revoltarem-se: para esses, dos USA vem todo o mal, os USA são o capitalismo, a CIA, a FBI, etc. e muitos tais –logo Obama nunca deveria ser Prémio Nobel de coisíssima nenhuma e muito menos da Paz,
porque anda tudo à chapada no Médio-Oriente, no Iraque, no Afeganistão e, não tarda muito, no Irão, e os USA é que arranjaram essa salgalhada toda...
Em terceiro lugar porque têm que dizer qualquer coisa ‘decisiva’ como, por exemplo, hoje um iluminado, no Diário Económico, disse, a propósito da nossa capital: "O que falta é uma ideia de fundo para Lisboa. Não chega discutir o aeroporto ou o terminal de contentores." Não disse nada... mas disse, arrotou a posta da pescada e ficou satisfeito: dissera.
Em primeiro lugar, acirrou a inveja.
Em segundo lugar, o facto de Barack Obama ser o Presidente dos USA levou aqueles cujo cérebro continua congelado nas dimensões do amendoim a revoltarem-se: para esses, dos USA vem todo o mal, os USA são o capitalismo, a CIA, a FBI, etc. e muitos tais –logo Obama nunca deveria ser Prémio Nobel de coisíssima nenhuma e muito menos da Paz,
porque anda tudo à chapada no Médio-Oriente, no Iraque, no Afeganistão e, não tarda muito, no Irão, e os USA é que arranjaram essa salgalhada toda...
Em terceiro lugar porque têm que dizer qualquer coisa ‘decisiva’ como, por exemplo, hoje um iluminado, no Diário Económico, disse, a propósito da nossa capital: "O que falta é uma ideia de fundo para Lisboa. Não chega discutir o aeroporto ou o terminal de contentores." Não disse nada... mas disse, arrotou a posta da pescada e ficou satisfeito: dissera.
E, neste terceiro lugar, cabe a mesquinhez, a pequenez, o espírito tacanho que nunca terá força para ir até Almeida...
O que faltou aos que criticaram a escolha de Obama para Prémio Nobel da paz foi:
capacidade de admirar,
generosidade,
força moral,
amor à vida.
Quem denegriu Obama virou as costas à aventura de construir um mundo novo –o mundo novo que se construirá passo a passo, com coragem, sacrifício, crença nos homens.
Quem rebaixou a escolha de Obama tem medo da grandeza: não tem dimensão de Homem: é medíocre.
E quem escolheu Obama deu um grande empurrão positivo que irá ajudar a luta pela felicidade nos dias de amanhã.
E por uma razão feliz e óbvia: Obama encarna a esperança
e a vida não se pode viver sem esperança.
capacidade de admirar,
generosidade,
força moral,
amor à vida.
Quem denegriu Obama virou as costas à aventura de construir um mundo novo –o mundo novo que se construirá passo a passo, com coragem, sacrifício, crença nos homens.
Quem rebaixou a escolha de Obama tem medo da grandeza: não tem dimensão de Homem: é medíocre.
E quem escolheu Obama deu um grande empurrão positivo que irá ajudar a luta pela felicidade nos dias de amanhã.
E por uma razão feliz e óbvia: Obama encarna a esperança
e a vida não se pode viver sem esperança.
E Martin Luther King, que recebeu o prémio em 1964 teria, certamente, ficado muito contente com esta distinção.
ResponderEliminarEduardo Jorge Madureira
Martin Luther King, Jr., que recebeu o prémio em 1964, teria, certamente, ficado muito contente com esta distinção.
ResponderEliminarEduardo Jorge Madureira