



...o povo unido jamais será vencido... sabem que isso é verdade, não sabem?...
Há 99 anos, Portugal mudou. A República começou a chegar-se aos 100 anos! Durou pouco tempo, eu sei: 16 anos... Menos de metade dos que já passaram, desde o 25 de Abril... Menos de metade, imaginem!
E, quando a 1ª República foi para a cadeia e condenada à morte, reviveu-se, durante 48 anos, a desgraça da marginalização: Portugal era uma coisa, separada da Europa, do Mundo, da civilização...
Civilizado quer dizer livre, culto, criador.
Portugal era a quinta dos muito ricos e dos ricos assim-assim e dos remediados conformados, resignados, castrados. O buraco negro, onde medrava a fome e o cacete do chui e as prisões de Penicha, Caxias, o Tarrafal, em Cabo Verde, o degredo, em Timor... E a PIDE, ali ao Chiado, em Lisboa.
O chefe de orquestra era um ex-seminarista, esperto como fuinhas e incapaz da grandeza. O tal patego das botas de elástico e do sobretudo pelos ombros, a odiar tudo quanto pusesse em causa a sua (dele) mediocridade: a odiar a liberdade, a iniciativa individual, a Cultura. O tal “doutor” Salazar, de Santa Comba...
Os heróis da 1ª República não conseguiram suster e derrotar a onda ultramontana, a onda dos canibais que, ao longo de 300 anos -desde o Concílio de Trento e do cordão sanitário da Inquisição, que apagou a luz e monopolizou a venda de velas...- fizera de Portugal... o Reino da Estupidez.
A nós cabe defender e salvar e realizar a 2ª República.
VIVA A REPÚBLICA!
E, quando a 1ª República foi para a cadeia e condenada à morte, reviveu-se, durante 48 anos, a desgraça da marginalização: Portugal era uma coisa, separada da Europa, do Mundo, da civilização...
Civilizado quer dizer livre, culto, criador.
Portugal era a quinta dos muito ricos e dos ricos assim-assim e dos remediados conformados, resignados, castrados. O buraco negro, onde medrava a fome e o cacete do chui e as prisões de Penicha, Caxias, o Tarrafal, em Cabo Verde, o degredo, em Timor... E a PIDE, ali ao Chiado, em Lisboa.
O chefe de orquestra era um ex-seminarista, esperto como fuinhas e incapaz da grandeza. O tal patego das botas de elástico e do sobretudo pelos ombros, a odiar tudo quanto pusesse em causa a sua (dele) mediocridade: a odiar a liberdade, a iniciativa individual, a Cultura. O tal “doutor” Salazar, de Santa Comba...
Os heróis da 1ª República não conseguiram suster e derrotar a onda ultramontana, a onda dos canibais que, ao longo de 300 anos -desde o Concílio de Trento e do cordão sanitário da Inquisição, que apagou a luz e monopolizou a venda de velas...- fizera de Portugal... o Reino da Estupidez.
A nós cabe defender e salvar e realizar a 2ª República.
VIVA A REPÚBLICA!

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