A dualidade faz um pouco de impressão. Porque é que colocou sem texto? O amor pode não ser eterno e não é eterno. Mas só se pode amar uma pessoa de cada vez, não acha? Tenho pensado nisto desde que colocou um texto de Aldo Zari. Como eu gostava de comprrender estas coisas. A mente humana é tão difícil de compreender. Gostava tanto de ter essa sapiência.
Li, consultei, três livros, importantes (vou publicar um post a nomeá-los): biografia e correspondência de Lowry e um livrinho de Jan Gabrial sobre ele.
Tenho, para mim, que Jan foi o grande amor da vida de Lowry.
Mas Jan afastou-se: não era fácil viver com Lowry.
Jan não aguentou.
Alcoólico, instável, violento, não era uma pessoa que trouxesse consigo tranquilidade e serenidade.
A segunda mulher, mais velha do que ele, conseguiu sobreviver à instabilidade e descontinuidade de Lowry e acompanhou-o, até ao fim.
E ninguém sabe, exactamente como morre Lowry, mas sabe-se que a sua relação com Margie foi quezilenta.
Nem sempre vivemos com as pessoas que amamos e, no entanto, elas podem ser-nos necessárias.
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
A dualidade faz um pouco de impressão. Porque é que colocou sem texto?
ResponderEliminarO amor pode não ser eterno e não é eterno. Mas só se pode amar uma pessoa de cada vez, não acha?
Tenho pensado nisto desde que colocou um texto de Aldo Zari.
Como eu gostava de comprrender estas coisas.
A mente humana é tão difícil de compreender. Gostava tanto de ter essa sapiência.
O que eu teria a dizer seria uma longa história.
ResponderEliminarLi, consultei, três livros, importantes (vou publicar um post a nomeá-los): biografia e correspondência de Lowry e um livrinho de Jan Gabrial sobre ele.
Tenho, para mim, que Jan foi o grande amor da vida de Lowry.
Mas Jan afastou-se: não era fácil viver com Lowry.
Jan não aguentou.
Alcoólico, instável, violento, não era uma pessoa que trouxesse consigo tranquilidade e serenidade.
A segunda mulher, mais velha do que ele, conseguiu sobreviver à instabilidade e descontinuidade de Lowry e acompanhou-o, até ao fim.
E ninguém sabe, exactamente como morre Lowry, mas sabe-se que a sua relação com Margie foi quezilenta.
Nem sempre vivemos com as pessoas que amamos e, no entanto, elas podem ser-nos necessárias.