
Se não tens complexos, se não sofres da síndroma de Olivença, se és uma pessoa normal, aberta, interessada por Cultura e, consequentemente, pela Literatura, esteja ela onde estiver,
se já percebeste que a Espanha está ali ao lado e que nos aproximam velhas raízes, encontros e desencontros,
se não és apologista do "Portugal dos Pequeninos",
se já comprendeste que ser ibérico e, depois, europeu, e depois de toda a parte, não te diminui, antes pelo contrário,
em suma:
se não queres ser ignorante,
abre o link abaixo e acrescenta-te mais alguma coisa:
A abordagem que fez a apresentar o artigo é muito interessante, pois, foca a nossa mais íntima alma de ser português que está indissociavelmente unida à Espanha, por casamentos, desavenças e tempos de paz.
ResponderEliminarSomos e fomos um cantinho tão pequeno em tamanho mas tão grande nas acções diplomáticas e na abertura ao mundo.
Nunca votei à direita e nunca o farei porque não me revejo nela. Continuo a pensar que um partido maioritário no governo é a desgraça do povo que paga sempre a factura. Consensos sim, têm que se fazer mas uma maioria coarcta a soberania/liberdade. O parlamento passa o que quer como bem quer esquecendo-se dos eleitores e das promessas concretizadas. As greves poderão fazer-se, a luta também, mas o resultado é o vazio do povo.
Desculpe a minha insistência e espero que compreenda a minha posição.
Abraço!