No programa sobre Menahem Pressler, “A Noite Consoladora”, apresentado, hoje à noite, na Arte, a páginas tantas da longa entrevista, Menahem diz:
“Vamos sempre procurar, dentro de nós, o modo de interpretar um trecho musical. No fim, podemos pensar que foi bem. Mas, depois? Volta tudo ao princípio, ao zero...
Alguns amigos, colegas, ouvintes, perguntavam-me: “Como consegues conservar tanta frescura ao repetires pela centésima vez a mesma obra?”
Só há uma resposta: é que tenho de ir buscar, de cada vez, de novo, dentro de mim, a maneira de a executar. E nunca, nunca é igual.”
Certíssimo!E é muito bela a música de Schubert...
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