Meu caro Manuel Poppe, Aprecio a Sua ironia! Alías, tal será o pouco que nos resta, perante tanta despudorada falta de ética, humanismo, carácter - enfim, de tudo aquilo que deve caracterizar o conjunto de pessoas que tem em mãos o destino de um país.
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
Meu caro Manuel Poppe,
ResponderEliminarAprecio a Sua ironia! Alías, tal será o pouco que nos resta, perante tanta despudorada falta de ética, humanismo, carácter - enfim, de tudo aquilo que deve caracterizar o conjunto de pessoas que tem em mãos o destino de um país.
Abraço.
Tem razão, cara Austeriana.
ResponderEliminarMoral, carácter, altruísmo... vergonha... Isso já lá vai!
Em vez de políticos com ética e, consequentemente, ideias, ideologia,
temos, agora, politiqueiros cuja meta é o tacho e o gozo dele
e nunca é melhorar o país, levar os cidadãos a saírem da vida paupérrima em que vivem.
“Políticos” deixou de ser seguir uma vocação –a não ser que seja seguirem a vocação de multiplicar os próprios bens.
Do “político” ao povo vai uma distância maior do que da Gronelândia à Patagonia.