Amamos igual, nos apaixonamos, enfeitamos o cabelo, protegemos a cria, sentimos prazer do mesmo modo e quando somos violentadas, sempre usam as mesmas armas e as mesmas ofensas.
Nossos seios se diferenciam em tamanho e forma,mas todas nós podemos amamentar e sentir esse prazer.
As nossas lágrimas, todas elas são com um gosto de sal, e o sangue que corre nas veias é sem sobra de dúvida vermelho.
Egoisticamente nos dividimos e sequer damos valor a isso. Não há divisão alguma.
Só há uma forma de ser mulher. Sendo.
5 bjs da Cozinha, da Maylê, afinal somos todas mulheres.
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
Lamentavelmente ainda há muita desigualdade e infelicidade como esta que é chocante!
ResponderEliminarEssa somos nós, todas nós.
ResponderEliminarAmamos igual,
nos apaixonamos,
enfeitamos o cabelo,
protegemos a cria,
sentimos prazer do mesmo modo e quando somos violentadas, sempre usam as mesmas armas e as mesmas ofensas.
Nossos seios se diferenciam em tamanho e forma,mas todas nós podemos amamentar e sentir esse prazer.
As nossas lágrimas, todas elas são com um gosto de sal, e o sangue que corre nas veias é sem sobra de dúvida vermelho.
Egoisticamente nos dividimos e sequer damos valor a isso. Não há divisão alguma.
Só há uma forma de ser mulher. Sendo.
5 bjs da Cozinha, da Maylê, afinal somos todas mulheres.
Manuel, grande post!
ResponderEliminarNeste dia que dizemos ser nosso, ainda há tanta coisa triste.
Um abraço
Caras Amigas,
ResponderEliminarPor muito açúcar que queiram deitar em cima desta sociedade vergonhosa, todos sabemos a tragédia que ela é!
Um beijo enorme!