Que se salve o Homem totalAs medidas de restrição de despesas, tomadas pelo governo, vitimaram quem já se esperava e, provavelmente, já eles próprios esperavam: os funcionários públicos e os pensionistas.
Isto é: os mais fracos.
Isto é: continuam a pagar a crise aqueles que não têm culpa dela e mais têm sofrido com ela.
O grande capital, os plutocratas, as classes altas continuam a tratar da vidinha.
Isto é: a aumentar a riqueza e a recomporem-se dos abalos da crise de que são responsáveis. –à custa daqueles que roubaram.
A crise é o resultado do neocapitalismo selvagem, à rédea solta, sem regras –e da ganância.
Obviamente, é o resultado da imoralidade que assiste aos donos do mundo,
já imorais por o serem...
porque o mundo não tem que ter ‘donos’,
é um bem a partilhar justamente.
E neste mundo (isto é mundo?) agredido, aleijado, deformado, adulterado, falsificado, não há lugar para o Homem.
Este mundo é o palco dos canibais e dos flibusteiros.
O roubo passou a ser um ‘valor’ respeitado.
Onde deveríamos encontrar o Homem, reencontramos o escravo.
As soluções vergonhosas que os governos -assoldados, directa e indirectamente, pelos privilegiados do capital- promovem não levarão senão ao reforço dessa imagem monstruosa do novo escravo.
Do ex-homem.
Do homem-coisa.
Do homem-peça-de-máquina, a produzir para a barriguinha dos plutocratas, dos privilegiados, dos especuladores, dos salteadores que fumam cigarrilhas
e dos seus criados.
É urgente reconquistar o lugar do homem –reconquistar o Homem, livre, em movimento para a posse da vida digna, o Homem ético, culto, realizado.
Em suma: o HOMEM.
Isto é: os mais fracos.
Isto é: continuam a pagar a crise aqueles que não têm culpa dela e mais têm sofrido com ela.
O grande capital, os plutocratas, as classes altas continuam a tratar da vidinha.
Isto é: a aumentar a riqueza e a recomporem-se dos abalos da crise de que são responsáveis. –à custa daqueles que roubaram.
A crise é o resultado do neocapitalismo selvagem, à rédea solta, sem regras –e da ganância.
Obviamente, é o resultado da imoralidade que assiste aos donos do mundo,
já imorais por o serem...
porque o mundo não tem que ter ‘donos’,
é um bem a partilhar justamente.
E neste mundo (isto é mundo?) agredido, aleijado, deformado, adulterado, falsificado, não há lugar para o Homem.
Este mundo é o palco dos canibais e dos flibusteiros.
O roubo passou a ser um ‘valor’ respeitado.
Onde deveríamos encontrar o Homem, reencontramos o escravo.
As soluções vergonhosas que os governos -assoldados, directa e indirectamente, pelos privilegiados do capital- promovem não levarão senão ao reforço dessa imagem monstruosa do novo escravo.
Do ex-homem.
Do homem-coisa.
Do homem-peça-de-máquina, a produzir para a barriguinha dos plutocratas, dos privilegiados, dos especuladores, dos salteadores que fumam cigarrilhas
e dos seus criados.
É urgente reconquistar o lugar do homem –reconquistar o Homem, livre, em movimento para a posse da vida digna, o Homem ético, culto, realizado.
Em suma: o HOMEM.
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