Isabelle HuppertIsabelle Huppert, actriz preferida de Chabrol e amiga dedicada, recordou-o, hoje, na TV francesa, com nostalgia, ternura e respeito:
‘Era um humanista. Era um homem bom.’
E talvez o fosse...
E talvez não perdoasse aos homens a depravação que a estupidez não absolvia, a maldade que sobrepujava a imbecilidade –e era um crime.
Ou a inteligência depravada, sempre a macular a beleza da vida, a que ele, grande garfo e grande copo, amante das coisas boas, tão entusiasticamente se entregava, o revoltasse e tivesse decidido desnudá-la.
Há quem sublinhe a sua ironia,
há quem aponte o seu humor...
Em suma, um homem não cabe em nenhuma definição.
‘Era um humanista. Era um homem bom.’
E talvez o fosse...
E talvez não perdoasse aos homens a depravação que a estupidez não absolvia, a maldade que sobrepujava a imbecilidade –e era um crime.
Ou a inteligência depravada, sempre a macular a beleza da vida, a que ele, grande garfo e grande copo, amante das coisas boas, tão entusiasticamente se entregava, o revoltasse e tivesse decidido desnudá-la.
Há quem sublinhe a sua ironia,
há quem aponte o seu humor...
Em suma, um homem não cabe em nenhuma definição.
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