Gustave Flaubert
George SandParabéns, Luís Filipe Nunes! Acertou! O texto sobre os ciganos de Ruão [ver o comentário ao post abaixo Um acampamento de ciganos] foi tirado colhido numa carta de Gustave Flaubert a George Sand, com a data de 12 de Junho de 1867.
Cita-o Jacques Julliard, no le nouvel Observateur de 9/ 15 deste Setembro, lúcido artigo a que recorri para… citar Flaubert.
Há 143 anos, a atitude do comum europeu francês, diante do cigano, não diferia de hoje..., isto é, da atitude que usa, escolheu, aconselha aos concidadãos e pretende transformar em decreto-lei Sarkozy, Presidente da República francesa: abordá-lo com ódio e desprezo discriminatório.
Só Sarkozy? Só certos franceses?
Sabemos que não e o exemplo encontramo-lo na minha adorada Itália, comandado, ali, o racismo por Berlusconi, pelo Bossi da Liga Norte & etc.
Encontramo-lo aqui e ali –aqui, na nossa terra, vai não vai...
...a tal alterofobia, o tal medo do outro..., a tal xenofobia, a estender-se aos judeu e árabes... e aos beduínos, heréticos, filósofos, solitários, poetas, como diz Flaubert –a abarcar todos os ‘diferentes’, em suma.
p.s. parabéns por ler francês: será um dos poucos que sobreviveu à morte das humanidades no ensino secundário; e, se foi esse o caminho, parabéns por ler le nouvel Observateur, um semanário independente e de grande cultura política e cultural; parabéns, ainda, por ser um admirador do estupendo Gustave Flaubert.
E mais: procure adquirir a excelente, apaixonante Correspondance Gustave Flaubert/ Gerorge Sand (Flammarion): é um breviário!
p.s. 2 obrigado e um abraço por espreitar Sobre o Risco...
Cita-o Jacques Julliard, no le nouvel Observateur de 9/ 15 deste Setembro, lúcido artigo a que recorri para… citar Flaubert.
Há 143 anos, a atitude do comum europeu francês, diante do cigano, não diferia de hoje..., isto é, da atitude que usa, escolheu, aconselha aos concidadãos e pretende transformar em decreto-lei Sarkozy, Presidente da República francesa: abordá-lo com ódio e desprezo discriminatório.
Só Sarkozy? Só certos franceses?
Sabemos que não e o exemplo encontramo-lo na minha adorada Itália, comandado, ali, o racismo por Berlusconi, pelo Bossi da Liga Norte & etc.
Encontramo-lo aqui e ali –aqui, na nossa terra, vai não vai...
...a tal alterofobia, o tal medo do outro..., a tal xenofobia, a estender-se aos judeu e árabes... e aos beduínos, heréticos, filósofos, solitários, poetas, como diz Flaubert –a abarcar todos os ‘diferentes’, em suma.
p.s. parabéns por ler francês: será um dos poucos que sobreviveu à morte das humanidades no ensino secundário; e, se foi esse o caminho, parabéns por ler le nouvel Observateur, um semanário independente e de grande cultura política e cultural; parabéns, ainda, por ser um admirador do estupendo Gustave Flaubert.
E mais: procure adquirir a excelente, apaixonante Correspondance Gustave Flaubert/ Gerorge Sand (Flammarion): é um breviário!
p.s. 2 obrigado e um abraço por espreitar Sobre o Risco...
Olá caro Manuel, reparei que no fragmento de texto referênte a Flaubert você faz referência a "ciganos".Você poderia me ajudar dizendo em que obra de Flaubert posso encontrar mais referências a esse povo?
ResponderEliminaratt.
ps- meu contato de e-mail é dbellano@hotmail.com
ResponderEliminarMeu Caro Davi: mas quem é o senhor? Já agora mande-me o seu perfil...
Eliminar