Falta de espinha dorsal, medo, racismo embrulhado em papel cheio de nódoas..."O Parlamento rejeita voto de condenação à expulsão de ciganos em França"
in Público de 17/09/10
Rejeitar a Assembleia da República o voto proposto pelo BE -a condenação do governo francês por ordenar a expulsão dos ciganos-
prova -mais uma vez- que os deputados se aboletaram fora do mundo real
que não lhes interessa o que vai lá fora (e cá dentro...), refasteladinhos nos vencimentos e no quentinho do yes chief
que não compartilham a tolerância dos portugueses
que se estão nas tintas para atiçar ou não o racismo
e para a imagem do nosso pobre país, à rasca e sem ver saída para o buraco para onde o atiraram.
Ridículo -e grave- seria que alguns, à esquerda, o tivessem feito, por duas seguintes razões:
ódio-medo ao BE, que lhes faz sombra
e medo, também, de desagradar aos futuros parceiros-bengala do debate do Orçamento de Estado.
José Manuel Durão Barroso, condenando a decisão do governo de Nicolas Sarkozy e, implicitamente, condenando a extrema-direita, o Front National, cuja política de imigração Sarkozy parece querer usurpar,
Durão Barroso deu uma grandíssima, oportuníssima e bem vinda bofetada nos que, dizendo-se socialistas (ou católicos democratas, ou sociais democratas) disfarçam mal o ultramontismo e o neoliberalismo
e, agora, a alterofobia.
p.s. por causa das moscas, fica aqui expresso que não sou militante no BE, que voto socialista –mas que, em criança, decidi enterrar papões e prefiro o diálogo ao virar de costas.
Chocou-me a atitude do BE -aliás, secundada pelo sempre timorato e ambíguo PS...- quando, na morte de António Manuel Couto Viana, se propôs, na AR, um voto de homenagem ao grande poeta.
Mas não seria por isso que deixaria de tomar em conta as propostas do BE –como sempre peso as do CDS, PSD e PCP.
O 25 de Abril não se fez para trazer a liberdade?
prova -mais uma vez- que os deputados se aboletaram fora do mundo real
que não lhes interessa o que vai lá fora (e cá dentro...), refasteladinhos nos vencimentos e no quentinho do yes chief
que não compartilham a tolerância dos portugueses
que se estão nas tintas para atiçar ou não o racismo
e para a imagem do nosso pobre país, à rasca e sem ver saída para o buraco para onde o atiraram.
Ridículo -e grave- seria que alguns, à esquerda, o tivessem feito, por duas seguintes razões:
ódio-medo ao BE, que lhes faz sombra
e medo, também, de desagradar aos futuros parceiros-bengala do debate do Orçamento de Estado.
José Manuel Durão Barroso, condenando a decisão do governo de Nicolas Sarkozy e, implicitamente, condenando a extrema-direita, o Front National, cuja política de imigração Sarkozy parece querer usurpar,
Durão Barroso deu uma grandíssima, oportuníssima e bem vinda bofetada nos que, dizendo-se socialistas (ou católicos democratas, ou sociais democratas) disfarçam mal o ultramontismo e o neoliberalismo
e, agora, a alterofobia.
p.s. por causa das moscas, fica aqui expresso que não sou militante no BE, que voto socialista –mas que, em criança, decidi enterrar papões e prefiro o diálogo ao virar de costas.
Chocou-me a atitude do BE -aliás, secundada pelo sempre timorato e ambíguo PS...- quando, na morte de António Manuel Couto Viana, se propôs, na AR, um voto de homenagem ao grande poeta.
Mas não seria por isso que deixaria de tomar em conta as propostas do BE –como sempre peso as do CDS, PSD e PCP.
O 25 de Abril não se fez para trazer a liberdade?
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