capa da tradução na Relógio d'Água
... o sacrário onde se guarda o 'mescalito'?...
em Vancouver?...
em Paris...
...ele e o mistério das coisas...Leio e releio uma das obras-primas do romance dos nossos dias: Under The Volcano (1947), de Malcolm Lowry (1909-1957).
Abro ao acaso, mergulho no mundo fantástico, trágico e poético do Cônsul, Geoffrey Firmin, que se mata, lenta, conscienciosa e metodicamente, algures, no México, a garrafa de mescal –do mescalito- sempre à mão.
Pertenço, pois, ao pequeno grupo -umas centenas de milhares- que, mundo fora, continuam a deslumbrar-se com as páginas extraordinárias do inglês lúcido, apaixonado e desesperado.
Aldo Zari -o pintor mais pobre de Veneza- retratou-o, num quadro a óleo magistral. Impossível reproduzi-lo, aqui. Um dia será.
Assim, deixo, acima, retratos e a capa da recente tradução na benemérita -e nunca suficientemente louvada e gratificada- editora Relógio d’Água.
Abro ao acaso, mergulho no mundo fantástico, trágico e poético do Cônsul, Geoffrey Firmin, que se mata, lenta, conscienciosa e metodicamente, algures, no México, a garrafa de mescal –do mescalito- sempre à mão.
Pertenço, pois, ao pequeno grupo -umas centenas de milhares- que, mundo fora, continuam a deslumbrar-se com as páginas extraordinárias do inglês lúcido, apaixonado e desesperado.
Aldo Zari -o pintor mais pobre de Veneza- retratou-o, num quadro a óleo magistral. Impossível reproduzi-lo, aqui. Um dia será.
Assim, deixo, acima, retratos e a capa da recente tradução na benemérita -e nunca suficientemente louvada e gratificada- editora Relógio d’Água.
A ver se trago mais um para o "Clube Malcolm Lowry" –e porque, em tempo estéril e de vacas magríssimas, devo lembrar um Génio.
Sem comentários:
Enviar um comentário