quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Malcolm Lowry: uma peregrinação obrigatória

capa da tradução na Relógio d'Água






... o sacrário onde se guarda o 'mescalito'?...












em Vancouver?...







em Paris...








...ele e o mistério das coisas...





Leio e releio uma das obras-primas do romance dos nossos dias: Under The Volcano (1947), de Malcolm Lowry (1909-1957).

Abro ao acaso, mergulho no mundo fantástico, trágico e poético do Cônsul, Geoffrey Firmin, que se mata, lenta, conscienciosa e metodicamente, algures, no México, a garrafa de mescal –do mescalito- sempre à mão.

Pertenço, pois, ao pequeno grupo -umas centenas de milhares- que, mundo fora, continuam a deslumbrar-se com as páginas extraordinárias do inglês lúcido, apaixonado e desesperado.

Aldo Zari -o pintor mais pobre de Veneza- retratou-o, num quadro a óleo magistral. Impossível reproduzi-lo, aqui. Um dia será.

Assim, deixo, acima, retratos e a capa da recente tradução na benemérita -e nunca suficientemente louvada e gratificada- editora Relógio d’Água.




A ver se trago mais um para o "Clube Malcolm Lowry" –e porque, em tempo estéril e de vacas magríssimas, devo lembrar um Génio.

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