domingo, 5 de dezembro de 2010

O rio da vida tem instantes de paz e beleza

Óleo de Monet

10 comentários:

  1. Tem sim.
    E cada vez mais ,à medida que fazemos por isso.
    Isabel

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  2. O mundo é do tamanho dos olhos de cada um... dizia o fabuloso Barão, na genial novela "O Barão", de Branquinho da Fonseca...

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  3. Esta tela mostra a paz e a beleza que contém ou pode conter o rio da vida!

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  4. " O mundo é do tamanho dos olhos de cada um..."
    lembra-me Fernando Pessoa.
    Venho há pouco tempo a este blogue e já o ouvi falar duas vezes desse Famoso Barão. Fiquei curiosa.Fui ler.Imaginava um livro bem maior.O que tenho é um pequeno livrinho daqueles que às vezes vêm com jornais ou revistas.Não sei se tem o texto completo.Mas é apenas um pequeno conto.
    Gostei.Fiquei com alguma simpatia por aquele barão prepotente que afinal só queria ser amado.
    Certamente que o conto deve ser muito mais do que isso.Eu é que não sei ver.
    Isabel

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  5. “O Barão” é uma long short story. Para mim, uma obra-prima. Espero que tenha lido a história completa... que não é longa. Do Branquinho da Fonseca, pode ler, também, “Rio Turvo”, mais desenvolvido e outra maravilha. Há uma edição d’O Barão, com ilustrações extraordinárias do Pomar. Sabe? Não creio que o valor de uma obra de arte possa medir-se pelo tamanho. Certos contos do Kawabata -o japonês-, outro Mestre, têm duas, três páginas...

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  6. Também acho que o valor duma obra não tem nada a ver com o tamanho.Claro que não.
    Se o Barão é então um conto, o livro que tenho deve ter a versão completa.Vou ler "O rio Turvo" e se essa edição de que fala com ilustrações de Júlio Pomar estiver disponível, vou tentar encontrá-la.
    Não leio noutras línguas, só português,mas encontrei na minha estante "O Mago de Lublim" de Singer e "Chá e Amor" de Kawabata ( se calhar as traduções não serão famosoas,mas é o preço a pagar por só saber português. São ambos prémios Nobel.Nunca li nada nem dum nem doutro.Vou ler.
    Obrigada pelo tempo que me deu.
    Isabel

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  7. Não perdi tempo nenhum! Conversei com uma nova amiga! Venha sempre que quiser, é um prazer!

    Há excelentes traduções em poprtuguês.

    Qualquer dos dois livros vale muitíssimo a pena.

    Um grande abraço!

    Manuel

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  8. Acabei de ler "Chá e Amor"...nem sei bem se gostei...
    Não é parecido com nada que tenha lido.
    Tem uma linguagem clara, mas às vezes as conversas dos personagens são tão...enigmáticas?
    Não consegui deixar de ler e tinha vontade de saber o final.
    Fiquei com uma sensação de tristeza e de algo inacabado.
    Já tenho outro deste autor "A beleza e a tristeza".Mas vou dar um tempo...
    O Barão com ilustrações de Júlio Pomar infelizmente está esgotado.
    Já tenho alguns dos que recomenda e também tenho muita curiosidade de ler algo seu.
    Pronto.Só para saber que as suas sugestões não foram em vão.Estou a gostar de descobrir novos autores.
    Outra vez obrigada pelas sugestões e pelo tempo que lhe roubei.
    Isabel

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  9. Confesso que não li o livro do Kavabata que refere. Ele escreve de uma maneira... inacabada: o meio do tempo... No fim e ao cabo, as coisas não têm, talvez, um "fim"... Isso mesmo sentirá nas suas -dele- histórias curtas: instantes do movimento da vida. Não acha?
    Coisas minhas? Tenho publicado, no blog, um contarelo, um conto curtíssimo: A Acácia Vermelha. Vou ver se lá transcrevi outro: Com as mãos atadas. São contos que sairam num livro esgotado "Um Inverno em Marraquexe". Transcrevi, também, no blog, reescrito, um longo romance. O Pássaro de Vidro. Dos meus livros só poderá encontrar no mercado "Sombras em Telavive" e a peça "Pedro I".
    Não me rouba nenhum tempo! É muito agradável e bom falar consigo. Deixo-lhe o meu mail, para tornar mais directo e fácil o nosso diálogo:

    manuel.poppe@hotmail.com

    Apareça, aqui ou através o mail, quando quiser. Será, sempre, bem vinda!

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  10. Sim, Com as mãos atadas está no blog. E deve estar A visita. E, também, Uma mulher da sua idade.

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