'Vénus adormecida', óleo de Giorgione (Giorgio Barbarelli da Castelfranco, 1477-1510)A páginas tantas do seu Diário, Tolstoi escreveu:
"Não, o mundo não é uma brincadeira, um vale de lágrimas, uma prova, a passagem para um mundo melhor; o mundo é belo, é alegria, e nós devemos contribuir para a sua beleza, a pensar naqueles que nele vivem hoje e naqueles que o habitarão amanhã.”
in La Délivrance de Tolstoi, de Ivan Bounine (L’oeuvre Littéraire, 2010)
É o mesmo do que dizer, enquanto cá andamos é para aproveitar, numa maneira menos romântica.
ResponderEliminarUma abraço, Manuel
Simmmmmmmmmmm!
ResponderEliminarE bem romântica é essa maneira, Carlota!
Porque uqre dizer que amamos e acreditamos no INSTANTE!
Agarre o instante, Carlota!
Ele não passa duas vezes...
E, para sempre, só os diamantes, como dizia o autor do Jack Bond!
Abraços e... instantes muito felizes!
Corrijo o erro:
ResponderEliminarPorque QUER dizer que amamamos e acreditamos no instante.
E,já agora:
quer dizer que ainda não começámos a envelhecer:
que estamos ainda disponíveis para receber as ofertas da vida.
Um grande escritor norte-americano, que lhe aconselho, Salinger, escreveu:
'todos nós crescemos, mas alguns limitam-se a envelhecer".
Bom Natal, cara Carlota!
O excerto de Tolstoi é belo porque fala na contribuição da beleza para o presente e para o futuro!
ResponderEliminarO "carpe diem" ... nem sempre é possível.
Abraço e Bom Natal!
A beleza ou, melhor, a nossa percepção da Beleza é, para mim, o grande Misério da vida. O que me faz pensar em que há outros mundos.
ResponderEliminarTem razão, o carpe diem é... uma odisseia.
Feliz Natal!
Abraço!