Eu que não sou um queirosiano -bem camiliano sou!-, perante o que se passa neste país desgraçado e presentes os rostos angélicos dos nossos homens de estado, tão doces, tão afáveis, tão generosos e à lei de Deus por tal modo fiéis..., não posso deixar de citar Z.Z., o secretário, o humilde criado do olímpico Abranhos, sim, do Conde d’ Abranhos, que o Eça fixou, ao correr do lápis; assim diz:
“Não podemos dar ao operário o pão na terra, mas obrigando-o a cultivar a fé, preparamos-lhe no Céu banquetes de Luz e de Bem-aventurança”.
E salva-se o défice –e a banca... Que isso de comer é coisa pouca.
“Não podemos dar ao operário o pão na terra, mas obrigando-o a cultivar a fé, preparamos-lhe no Céu banquetes de Luz e de Bem-aventurança”.
E salva-se o défice –e a banca... Que isso de comer é coisa pouca.
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