Folha
Eu sou como aquela folha –olha-
no ramo nu, que um prodígio demora
a cair.
Diz-me que não. Que isto não impede de sorrir
a bela idade que de ânsia te colora,
e a mim em rasgos infantis o tempo não desfolha.
Diz-me tu adeus, que não consigo fazê-lo.
Morrer não é nada; perder-te é que é difícil.
in Umberto Saba, Poesia, Assírio & Alvim, 2010
tradução de José Manuel de Vasconcelos
Lindo, lindo este poema e a tela.
ResponderEliminarGrazie!
Lindo.Lindo.Lindo.
ResponderEliminarIsabel
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarÉ realmente genial!
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