Com força para avançar: basta querer Falam de nós, assim:
“é um país frágil, produz pouco”.
E fazem-se caros para nos ajudar e aumentam os juros e as penalizações.
Produzimos pouco?
Que novidade!
Na fome de dinheiro dos que chegaram ao governo e de quem lhes pagou para isso, produzir foram duas coisas:
construção civil, grata à Banca dos empréstimos tão simpáticos, que se transformaram em impossíveis, quando a banca se viu em vias de falência: eram só papeis onde havia um número...
e os construtores civis, a construírem no trapézio, sem o saberem.
A outra?
O turismo: volátil sempre, especialmente num país que não é monumental e onde o betão vai dando cabo da paisagem.
Da paisagem: o nosso único bem, na beleza dele, a nossa única particularidade.
E a agricultura? E a pesca? E a indústria?
Não há.
Como podemos ser um país que produz?
A resposta só pode ser uma:
dizendo que não! Exigindo aquilo que é nosso! A terra em que nascemos e AINDA vivemos. E sermos nós a governá-la.
Sem amochar.
Que sejamos um girassol no meio de tantos outros a lutar pelo país. :)
ResponderEliminarEspero nisso.
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