'Autoretrato', 1880
'Barca mística', 1895
'Béatrice', 1885
'Orfeu', 1898
'Mistério', 19oo
'Evocação das borboletas', 1912 Em Paris, nas Galeries Nationales du Grand-Palais, até 20 de Junho, está aberta uma exposição de Odilon Redon, coisa que não acontecia, desde 1956.
Redon é um pintor singular [escolhi algumas pinturas, que reproduzo, abaixo).
Ao que parece, a amizade com um botânico bordalês, levou-o à redescoberta do mundo animal e a leitura de Darwin, Baudelaire e Edgar Allan Poe (e, certamente, outros...) influenciaram-no.
A ‘Aranha sorridente’ (Redon chamava a atenção da inteligência, tão humana, que brilhava nos seus olhos), é um exemplo, aponta a natureza e... o fantástico, o misterioso.
Por volta de 1980, muda: entrega-se à pintura de paisagens e figuras luminosas.
Escreveu um diário, escreveu ensaios curtos.
Marcou a pintura moderna.
Aqui vos deixo um link elucidatvo:

Gostei muito, mesmo muito das suas escolhas: Orfeu, Barca Mística, Mistério e Borboletas, não sei bem qual compraria se tivesse dinheiro! As telas são magníficas quer nos temas quer nas cores... Extasiou-me. Obrigada! Só conhecia "A Aranha Sorridente"
ResponderEliminarComecei a ler "Debaixo do Vulcão". Não foi adaptado ao cinema?
Já li as "Novas Crónicas Italianas", como eu gostava de ser uma das personagens das suas histórias e ter vivido aquela vida...
É uma figura curiosa.
ResponderEliminarAna, Pensava em Rodin... Mas posso acrescentar: Lowry també o era... Lowry, afinal, um trágico.
ResponderEliminarAinda está a tempo de a viver. Eu vivo o dia a dia.