sábado, 2 de abril de 2011

Odilon Redon (1840-1916), um artista muito especial

'Autoretrato', 1880




'Aranha sorridente', 1880





'Barca mística', 1895




'Béatrice', 1885



'Orfeu', 1898




'Mistério', 19oo




'Evocação das borboletas', 1912


Em Paris, nas Galeries Nationales du Grand-Palais, até 20 de Junho, está aberta uma exposição de Odilon Redon, coisa que não acontecia, desde 1956.

Redon é um pintor singular [escolhi algumas pinturas, que reproduzo, abaixo).

Ao que parece, a amizade com um botânico bordalês, levou-o à redescoberta do mundo animal e a leitura de Darwin, Baudelaire e Edgar Allan Poe (e, certamente, outros...) influenciaram-no.

A ‘Aranha sorridente’ (Redon chamava a atenção da inteligência, tão humana, que brilhava nos seus olhos), é um exemplo, aponta a natureza e... o fantástico, o misterioso.

Por volta de 1980, muda: entrega-se à pintura de paisagens e figuras luminosas.

Escreveu um diário, escreveu ensaios curtos.

Marcou a pintura moderna.

Aqui vos deixo um link elucidatvo:

3 comentários:

  1. Gostei muito, mesmo muito das suas escolhas: Orfeu, Barca Mística, Mistério e Borboletas, não sei bem qual compraria se tivesse dinheiro! As telas são magníficas quer nos temas quer nas cores... Extasiou-me. Obrigada! Só conhecia "A Aranha Sorridente"

    Comecei a ler "Debaixo do Vulcão". Não foi adaptado ao cinema?

    Já li as "Novas Crónicas Italianas", como eu gostava de ser uma das personagens das suas histórias e ter vivido aquela vida...

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  2. Ana, Pensava em Rodin... Mas posso acrescentar: Lowry també o era... Lowry, afinal, um trágico.

    Ainda está a tempo de a viver. Eu vivo o dia a dia.

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