Certamente, e como praticamente todos aqueles que escreveram em jornais.
A última vez, foi, precisamente, no suplemento cultural do “Diário Popular” que saiu... na 5ª feira, 25 de Abril de 1974...
mas cujo suplemento era composto, na 3ª feira anterior...
E o corte foi a referência a... Soljnetsin, dissidente russo...
Só por aqui, vê o nível intelectual dos censores...
Mas a pior censura era a auto-censura: nós afastávamos, censurávamos, dentro da nossa própria cabeça, os pensamentos, as palavras que sabíamos que seria inútil pensar... porque seriam cortadas.
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
Extraordinário o excerto da entrevista!
ResponderEliminarA imagem é igualmente fantástica!
Ana, nem imagina a bestialidade e a imbecilidade da censura prévia!
ResponderEliminarManuel Poppe,
ResponderEliminarFoi alvo da censura?
Certamente, e como praticamente todos aqueles que escreveram em jornais.
ResponderEliminarA última vez, foi, precisamente, no suplemento cultural do “Diário Popular” que saiu... na 5ª feira, 25 de Abril de 1974...
mas cujo suplemento era composto, na 3ª feira anterior...
E o corte foi a referência a... Soljnetsin, dissidente russo...
Só por aqui, vê o nível intelectual dos censores...
Mas a pior censura era a auto-censura: nós afastávamos, censurávamos, dentro da nossa própria cabeça, os pensamentos, as palavras que sabíamos que seria inútil pensar... porque seriam cortadas.