Manuel Teixeira-Gomes, retrato de ColumbanoNo próximo dia 27 deste mês, passa o 150º aniversário do nascimento de Manuel Teixeira-Gomes.
Manuel Teixeira-Gomes, que João Gaspar Simões considera ‘um mestre da língua portuguesa’, publicou novelas, teatro, memórias, que o situam entre os nossos mais singulares escritores.
Foi o primeiro embaixador, em Londres, da República Portuguesa.
De 1923 a 1925, foi Presidente da República, demitindo-se por razões de incompatibilidade política, num momento de grande perturbação social que levaria, um ano depois, ao funesto 28 de Maio e à castradora ditadura de Salazar.
Exilou-se, em Bougie, Argélia, onde morreu a 18 de Outubro de 1941, sem nunca mais ter voltado a Portugal.
Espero que o Ministério da Cultura, as televisões, as revistas e páginas culturais, a terra onde ele nasceu -Portimão- não deixem de assinalar a data.
Manuel Teixeira-Gomes, que João Gaspar Simões considera ‘um mestre da língua portuguesa’, publicou novelas, teatro, memórias, que o situam entre os nossos mais singulares escritores.
Foi o primeiro embaixador, em Londres, da República Portuguesa.
De 1923 a 1925, foi Presidente da República, demitindo-se por razões de incompatibilidade política, num momento de grande perturbação social que levaria, um ano depois, ao funesto 28 de Maio e à castradora ditadura de Salazar.
Exilou-se, em Bougie, Argélia, onde morreu a 18 de Outubro de 1941, sem nunca mais ter voltado a Portugal.
Espero que o Ministério da Cultura, as televisões, as revistas e páginas culturais, a terra onde ele nasceu -Portimão- não deixem de assinalar a data.
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