terça-feira, 18 de maio de 2010

Desejar, ambicionar, querer... não perder a esperança!




Gosto muito de Deslile [Leoconte de Lisle, poeta francês do seu tempo] pelo talento (...) e também pelas suas aspirações. Porque é por aí que valemos alguma coisa. A alma mede-se pela medida do seu desejo, tal qual julgamos as catedrais pela altura das suas torres.”

Gustave Flaubert in Correspondance, Volume II, p. 329, Bibliothèque de La Pléiade

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