“Nenhum aluvião poderá afogar o amor e nem os grandes rios o submergem; se um homem muito rico oferecesse toda a sua fortuna, para comprar o amor, colheria apenas desprezo.”
Isabel e Ana, neste vergonhoso progresso que é retrocesso, neste sistema amoralizador, do rápido, do espectacular, do aparentemente intenso, neste abandalhar do sexo e neste assassinato do Eros, vai morrendo a capacidade de amar, vai morrendo o amor.
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
Sou fã de Chagall. Este quadro é um dos meus favoritos.
ResponderEliminaraBRAÇO
Espero que seja fã do amor...
ResponderEliminarÉ bonita a frase e a pintura.
ResponderEliminarMuito lindos.
Também admiro muito Chagall!:)
ResponderEliminarO trecho bíblico é belo.
Isabel e Ana, neste vergonhoso progresso que é retrocesso, neste sistema amoralizador, do rápido, do espectacular, do aparentemente intenso, neste abandalhar do sexo e neste assassinato do Eros, vai morrendo a capacidade de amar, vai morrendo o amor.
ResponderEliminarO amor nunca morre, apenas adormece para despertar num novo dia...
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