"para
falar de obras impressas, citarei, como preferidas o Só de António Nobre nas suas ternuras de pajem, saudades de
luar, febres esguias e, ainda, frisantemente, o livro do futurista Cesário
Verde, ondulando de certo, intenso de Europa, ziguezagueando de Esforço.”
Mário de Sá-Carneiro, resposta ao inquérito de Boavida Portugal,
publicado no jornal República de 13 de Abril de 1914 (citado in Mário
de Sá-Carneiro FOTOBIOGRAFIA, de Mariana Tavares Dias, Quimera Editores,
1988)
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