Amigos, erguei a taça
Pelo amor e pela vida!
Vamos, brindai,
Assim,
Com firmeza igual à
minha!
Façam tinir os cristais
Num ímpeto de quem
vive!
Minha túnica desceu.
Caem pétalas
No vinho da minha taça.
Silêncio. Oiço o
delíquio da carne.
Quem me aperta? –Quem me
abraça?
António Botto in As
Canções de António Botto, Livraria Bertrand, 1956
O poema de Botto é lindíssimo e de certa forma arrepiante. Reconheço nele a louvável luta do Manuel.
ResponderEliminarGrata por este amanhecer!:)
Lindo.
ResponderEliminarUm bom fim-de-semana
Ana, a luta deveria ser a de qualquer homem vivo.. Um abraço.
ResponderEliminarIsabel, bom fim de semana!
ResponderEliminarAna, a luta deveria ser a de qualquer homem vivo.. Um abraço.
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